Livro internacional exalta combate à fome no Governo Patrus

O Governo Patrus, iniciado há 25 anos, continua vivo na memória do povo de Belo Horizonte – e além dela também. Prova disto, chega às livrarias em agosto o primeiro livro do experiente pesquisador norte-americano Michael Jahi Chappell que, ao analisar as experiências já praticadas contra a fome em todo o planeta, exalta o exemplo que o governo liderado por Patrus desenvolveu a partir de 1993.

Editado pela Universidade da Califórnia Press, vendido até agora apenas pela internet e ainda sem tradução para o Português, o livro se chama Começando a acabar com a fome – Alimentos e o meio ambiente em Belo Horizonte, Brasil, e além (Beginning to end hungerFood and the environment in Belo Horizonte, Brazil, and beyond).

M. Jahi Chappell, especialista em agroecologia e em segurança alimentar, destaca e detalha a experiência da capital mineira para demonstrar que é possível construir, mesmo no capitalismo, um sistema alimentar mais justo e sustentável. Ele observa que a política executada pela Prefeitura de Belo Horizonte foi diferente das abordagens tradicionais do combate à fome porque “focou particularmente” em garantir acesso à alimentação, em vez de enfatizar excessivamente a produção.

“Concentrar-se em quanto alimento é produzido e em como podemos produzir mais é, na maioria dos casos, o foco errado”, afirma o pesquisador.

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O estudo lembra que o Governo Patrus criou a Secretaria de Abastecimento, chamada no atual governo de Secretaria de Segurança Alimentar e Nutricional, e que sua política produziu resultados excepcionais. Chappell cita exemplos:

- redução de 60% na hospitalização infantil devida à desnutrição e nas taxas de mortalidade infantil para menores de 5 anos;

- a mortalidade infantil em bebês com menos de um ano caiu mais de 70%.

- nos primeiros quatro anos, uma das áreas mais pobres da cidade viu a mortalidade infantil cair drasticamente de 66,8 para 26,3 por mil nascidos vivos, alinhando-a com o resto da cidade.

De acordo com Chapell, “os programas de Belo Horizonte redefiniram os padrões nacionais e internacionais para instituições que regem o direito à alimentação”.

O pesquisador cita o Restaurante Popular, que Patrus encontrou fechado há seis anos e reabriu em 1994, como um dos aspectos mais visíveis e populares da estratégia alimentar de Belo Horizonte. E acentua também o que chama de empoderamento de produtores e consumidores de alimentos.

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O apoio à agricultura urbana e aos produtores rurais do entorno de BH, lembra o estudo, aumentaram a disponibilidade de alimentos frescos e saudáveis e, onde foi criada uma relação direta com os agricultores, os intermediários foram cortados, melhorando a renda agrícola e reduzindo o preço dos alimentos na cidade.

M. Jahi Chappell é PhD em Ecologia e Biologia Evolutiva pela Universidade de Michigan. Trabalhou em universidades dos Estados Unidos e do Canadá. De 2012 a 2013, atuou como diretor associado do Centro de Pesquisa Social e Ambiental da WSU Vancouver. Em 2013, passou a atuar como diretor de Agroecologia e Política Agrícola e, em seguida, cientista sênior de uma ONG, o Instituto de Política Agrícola e Comercial, quando encabeçou uma carta aberta ao Secretário-Geral da FAO que ajudou a solidificar o compromisso da instituição com a agroecologia. Foi consultor da Vía Campesina, da FAO e do World Future Council.

 

Patrus visita o CRAS de Cordisburgo: R$ 200 mil em emendas

Patrus visitou o Centro de Referência de Assistência Social (Cras) de Cordisburgo, que inaugurou em junho de 2010, quando era ministro do Desenvolvimento Social e Combate à Fome do governo Lula.

O deputado segue apoiando o Cras na Câmara: a sua emenda ao orçamento federal destinou R$ 200 MIL para o centro!

As propostas apresentadas por Patrus em 2017 e 2018 estão favorecendo a população de quase 50 MUNICÍPIOS, especialmente em serviços de saúde e de assistência social.

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Patrus: precisamos interromper o desmonte social do Brasil

O deputado Patrus Ananias falou em evento no Sindicato dos Bancários de Belo Horizonte e Região. Na conversa com líderes dos bancários de Belo Horizonte e região, Patrus destaca que o golpe contra a democracia tem causado agravamento das questões sociais a olhos vistos, com aumento de população em situação de rua, da pobreza, da mortalidade infantil.

Mas as pessoas estão percebendo isso, resultando em resistência em relação aos golpistas e ao desmonte dos direitos sociais.

Patrus iniciou combate à fome em BH há 25 anos

A visita de Patrus ao Restaurante Popular do centro de Belo Horizonte, sexta-feira, celebrou 24 anos de atividade contínua do restaurante que seu governo encontrou fechado e reabriu em julho de 1994. E antecipou em dois dias a celebração de outra iniciativa guardada na memória popular: a criação da Secretaria de Abastecimento, que coordenou o mais ousado e bem sucedido esforço municipal de combate à fome até então conhecido no Brasil.

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Novo prefeito de uma capital em que 62.000 famílias passavam fome e 25% das crianças menores de 5 anos sofriam por desnutrição, Patrus criou a Secretaria de Abastecimento em 15 de julho de 1993. Nasceram lá o Programa de Abastecimento e Segurança Alimentar e o Programa de Assistência Nutricional à Criança e à Adolescência: o Pé-de-Moleque.

A Secretaria de Abastecimento cumpriu plenamente o dever de garantir segurança alimentar à maioria da população.

“Alimentação é vida. E a vida vem primeiro”, proclamava o Governo Patrus.

A Prefeitura incentivou a produção de alimentos básicos, gerenciou o abastecimento, regulou preços, promoveu e defendeu o consumo alimentar.

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Nada menos do que 5 programas favoreceram o comércio direto do produtor ao consumidor em mais de 100 pontos de venda, do Centro de BH às favelas mais distantes.

Centenas de milhares de famílias compravam alimentos por preços até 50% inferiores aos cobrados pelos supermercados e outros estabelecimentos. O programa Comboio do Trabalhador, por exemplo, beneficiava 300.000 famílias por mês com alimentos vendidos pela metade do preço cobrado no comércio tradicional.

O programa Cestão Popular tinha, além de 28 pontos fixos de venda, três mercearias itinerantes instaladas em ônibus, que atendiam 14.000 famílias mais pobres vendendo-lhes alimentos a preço de custo.

O programa Pé-de-Moleque distribuiu alimentos e farinha enriquecida para estabelecimentos que reuniam em 1996, último ano do Governo Patrus Ananias, 230.000 crianças e adolescentes de até 14 anos. Eram 550 escolas, centros de saúde, creches comunitárias, entidades infanto-juvenis, entidades de portadores de deficiencia, centros de apoio comunitário e casas de meninas e meninos de rua.

Livro editado neste ano nos Estados Unidos, com estudo do pesquisador M.Jahi Chappell, assinala que as inovações da Prefeitura de Patrus contra a fome ainda servem de exemplo para o mundo: reduziram em 60% a hospitalização infantil por desnutrição e as taxas de mortalidade de menores de 5 anos; e reduziram mais de 70% a mortalidade de bebês com menos de 1 ano.

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Patrus: “Nossa referência não é o lucro, é saber se cada brasileiro tem uma vida digna.”

Na Roda de Conversa junto do deputado estadual André Quintão, Patrus reafirma seu compromisso maior na política – a dignidade dos brasileiros, especialmente os que mais pobres que foram historicamente ignorados.

Patrus se encontra com dirigentes do Movimento dos Atingidos por Barragens (MAB)

Ontem (2), Patrus se reuniu em Belo Horizonte com 130 dirigentes do Movimento dos Atingidos por Barragens (#MAB). Ele e os militantes de 19 estados planejam os próximos passos do coletivo.36506482_1853755918022208_2624759758464221184_n 36509826_1853755908022209_5102343524704059392_n

Patrus: Lula é um preso político

Patrus prestou depoimento na manhã desta terça-feira (26) ao juiz Sérgio Moro como testemunha de defesa do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, na ação da Operação Lava Jato, que investiga a propriedade do sítio de Atibaia (SP).

Na saída, Patrus disse que em 40 anos de amizade com o presidente Lula, nunca tinha ouvido falar do sítio em Atibaia. “Nesses 40 anos de convivência fraterna, eu sempre encontrei o presidente Lula comprometido com as questões nacionais, com o Brasil, com a questão dos pobres, com justiça social, e nunca, nunca, jamais vi o presidente falar ou se referir a qualquer ato que compromete os princípios e valores éticos”, pontuou.

O deputado falou também que Lula é um “preso político” e que o ex-presidente continua sendo o candidato do PT nas eleições deste ano. “Nós entendemos, com base jurídica, que o presidente Lula é um preso político. Nós vamos de forma democrática, mas de forma vigorosa, determinada, lutarmos em todos os níveis e instâncias pela candidatura do presidente Lula. Ele é a maior liderança política do país. Mesmo preso, ele continua liderando as pesquisas, continua firme e presente no coração e na mente da maioria do povo brasileiro”

Leia a matéria completa em: https://www.conversaafiada.com.br/politica/patrus-ananias-lula-e-um-preso-politico

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Patrus: “Educação no campo deve chegar a todos os agricultores familiares rurais”

A população brasileira rural é muito maior do que temos noção em nosso cotidiano. Mais de 70% dos municípios brasileiros tem menos de 20 mil habitantes – são municípios com fortes características rurais, que devem ser entendidos dessa maneira para estratégias de desenvolvimento regional.

O Programa Nacional de Educação na Reforma Agrária (Pronera) apóia projetos de educação voltados para assentados da Reforma Agrária, quilombolas e acampados cadastros pelo Incra. Mas é o momento de expandir as ações do Pronera também para todas agricultoras e agricultores familiares do Brasil, que são boa parte da população destes municípios rurais. E também todos os indígenas, todas as populações tradicionais do Brasil.

O Pronera é essencial e um grande fator de desenvolvimento. Deve ser valorizado dessa forma, chegando a toda a população rural de nosso país.

A violência contra os defensores dos Direitos Humanos não pode continuar

“Temos que dizer aos donos do poder que NÃO vamos deixar que eles continuem valorizando o dinheiro e o mercado enquanto desvalorizam as pessoas”

Essa conclamação foi feita por Patrus na audiência pública da Comissão de Direitos Humanos, da Câmara, que debateu a criminalização e ameaças contra defensores de direitos humanos no Brasil. Patrus destacou o crescimento da violência no país, que teve mais de 62 mil pessoas assassinadas em 2016: “Essa violência não pode continuar. Ela tem que ser confrontada”.

Participaram da audiência representantes da CNBB, da Pastoral da Terra, do MST, do MPA e da Articulação dos Povos Indigenas.

Patrus beneficia conselheiros tutelares

A Câmara deverá enviar ao Senado, nesta semana, projeto que obriga os governos estaduais a garantir proteção aos conselheiros tutelares. “Essa proteção tornou-se indispensável porque ser conselheiro virou atividade de risco”, afirma Patrus, autor do parecer que favoreceu a aprovação da proposta na Comissão de Constituição e Justiça da Câmara.

O deputado lembrou, ao defender o projeto, que três conselheiros tutelares e uma mulher idosa foram vítimas de uma chacina, três anos atrás, em Pernambuco. Agora o projeto 2394/2015 será submetido ao exame do Senado, caso não haja recurso que obrigue o plenário da Câmara a vota-lo.patrus-gustavo-850x491