Com Lula em BH

Destacado pela colunista Tereza Cruvinel, do Brasil247, como um dos “dois principais anfitriões” do ex-presidente Lula em Minas, o deputado Patrus participará nesta quarta-feira de toda a programação que Lula cumprirá em Belo Horizonte, Betim e Itatiaiuçu.

A agenda será iniciada por visita a uma ocupação do MST em Itatiaiuçu. Depois Lula, Patrus e comitiva irão à Casa de Saúde Santa Isabel, antiga colônia de tratamento contra a hanseníase, em Betim.

No fim da tarde, Patrus participará do Ato público de comemoração aos 38 anos do PT e em defesa da democracia, considerado Ato de lançamento da pré-candidatura de Lula à Presidência da República.

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Em homenagem aos 90 anos de vida e luta de Dom Pedro Casaldaliga

Em homenagem aos 90 anos de Dom Pedro Casaldaliga, relembro sua trajetória sempre ao lado do povo, em tantas lutas, contra a desigualdade e contra o latifúndio.

Dom Pedro viveu conosco tempos difíceis, lutou pelos mais pobres enquanto a ditadura tomava o Brasil. Sempre trazendo uma mensagem de esperança, mostrando que é possível construirmos juntos o Brasil que nós queremos.

Agradeço a Dom Pedro pelo belíssimo legado de sua vida, pelo seu testemunho e seu exemplo, que segue nos inspirando.

Intervenção no Rio deverá produzir consequências a municípios mineiros, alertam lideranças

A intervenção federal no Rio de Janeiro deverá produzir consequências graves para as populações dos municípios mineiros próximos ao Rio, ouviu nesta manhã, em Recreio, o deputado Patrus Ananias.

Recreio tem 10 mil habitantes, apenas 8 policiais e nenhum delegado, e já é rota de fuga de criminosos que atuam no Rio e também rota de operação de ladrões de cargas rodoviárias. O governo e moradores na cidade temem que a situação de insegurança nas cidades e nas estradas se agrave agora. E pediram gestões de Patrus junto ao governo estadual.

“É urgente e indispensável reforçar a segurança aqui”, disse ao deputado o advogado Vanir Loureiro, durante reunião de Patrus com o prefeito Ze Maria, com o vice-prefeito Joao Dolar e outras autoridades e lideranças comunitárias de Recreio.

Em entrevista que concedeu à Radio Mundial antes da reunião, Patrus voltou a criticar a intervenção federal no Rio, que considera oportunista, demagogica e eleitoreira.28276437_1703914246339710_820667202981598567_n 27858698_1703914323006369_8265498298887533755_n

Patrus Ananias viabiliza mais de R$ 500 mil para Leopoldina

Link: https://www.zonadamataonline.com/single-post/2018/02/16/Patrus-Ananias-viabiliza-mais-de-R-500-mil-para-Leopoldina

“O deputado federal Patrus Ananias (PT) estará neste sábado, 17 de fevereiro, a partir das 14:30h no Clube dos Cutubas recebendo diversas lideranças políticas e a população em geral.

O Deputado estará prestando contas das diversas emendas parlamentares que vem conseguindo ao longo do seu mandato: R$ 105 mil para o CEAE – Centro Estadual de Atenção Especializada (antigo Centro Viva Vida) atendendo um pedido das ex-vereadoras Irmã Beth e Iolanda Cangussú, R$ 300 mil para a Casa de Caridade Leopoldinense a pedido do vereador Flávio Lima Neto e do ex-vereador Paulo Cestino e R$ 150 mil para o Fundo Municipal de Cultura, para contemplar a Lei de Incentivo à Cultura “Vitalino Duarte” a pedido do ex-vereador Oldemar Montenari.

Patrus Ananias (PT) sempre foi um grande parceiro de Leopoldina. Quando Ministro do Desenvolvimento Social e Combate à Fome, em parceria com o município foi possível implantar três cozinhas comunitárias onde eram servidas diariamente dezenas de refeições, sendo reconhecido em 2013 com o Título de Cidadão Leopoldinense pelos seus importantes serviços prestados.”

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Agenda Patrus Ananias – Zona da mata

O deputado Patrus estará em 7 municípios da ZONA DA MATA neste fim de semana – desde sexta (16) até domingo (18) -, cumprindo mais um roteiro do que chama de “jornada cívica” pelas diferentes regiões de Minas Gerais.

A população da Zona da Mata é uma das mais bem contempladas pelas emendas apresentadas por Patrus aos orçamentos federais de 2017 e de 2018.

São mais de R$ 2 MILHÕES para hospitais e entidades de ASSISTÊNCIA SOCIAL das cidades de Juiz de Fora, Cataguases, Leopoldina, Teixeiras, Recreio, Bicas e Palma – as sete que Patrus visitará neste fim de semana.

Só para saúde e assistência social em Juiz de Fora o deputado destinou, em 2017 e 2018, R$ 1.290.000,00.Agenda Patrus Zona da Mata fevereiro

A alegria do Carnaval de Rua toma conta de BH novamente!

É preciso saudar uma vez mais esse Carnaval de Rua que já toma Belo Horizonte!

Essa injeção de ânimo, de povo na rua, de alegria, de espaço compartilhado, de música e festa.

E saudar é relembrar, ano a ano, o ânimo e o trabalho de músicos e foliões que se estende por tantos meses antes dos dias oficiais da festa.

Vocês construíram um dos maiores carnavais do Brasil, um dos mais belos carnavais do nosso país. Salve o trabalho intenso que sustenta a alegria que toma conta das ruas de BH!

Neste, que deve ser o maior carnaval da querida capital de Minas, que o respeito, a amizade e a alegria sejam os principais adjetivos a qualquer hora, em qualquer lugar da cidade. A festa popular mostra toda sua força na habilidade de conviver com respeito e união.

E aos que descansam, que sejam dias proveitosos – de silêncio, de calma, de respiro e de outras alegrias.

Para os muitos que festejam e para os tantos que descansam, um ótimo Carnaval!

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ENTREVISTA COMPLETA DO DEPUTADO PATRUS AO PROGRAMA CAFÉ COM POLÍTICA, DA RÁDIO SUPER NOTÍCIA

 ”O PT não tem plano B nem plano C: nosso candidato é Lula”
 
“Vivemos um estado de exceção plenamente configurado”
 
“O orçamento federal para 2018 é assustador: sumiu o dinheiro para programas de apoio aos pobres”
Super Notícia / Rodrigo Freitas – O senhor concorda com a estratégia do Partido dos Trabalhadores de continuar insistindo com a candidatura do ex-presidente Lula, mesmo que estejam se tornando mais remotas as chances de que ele possa ser candidato?
Patrus Ananias – Em recente reunião realizada em Brasília com a direção do partido e as bancadas na Câmara e no Senado nós concordamos em que o PT não tem plano B nem plano C: nosso candidato à Presidência da República é o presidente Lula, seguramente a maior liderança política do país, uma das maiores lideranças da história do Brasil, a maior liderança popular do Brasil. Lula realizou um governo histórico – e eu tenho muito orgulho de ter sido ministro do Desenvolvimento Social e Combate à Fome no Governo Lula, quando implantamos as políticas públicas que mudaram o país. O Brasil saiu do Mapa da Fome; nós não tivemos mais as multidões de retirantes da seca brava no Nordeste e da minha região, o Norte de Minas. Isso aconteceu por conta das políticas públicas sociais que implantamos no Brasil: o programa Bolsa Família; as políticas vigorosas de apoio à agricultura familiar; a consolidação do Benefício da Prestação Continuada (BPC) que o atual governo quer retirar da previdência social; o programa Luz para Todos que tornou o Brasil um país iluminado…Por conta de tudo isso nós vivemos um período de grandes conquistas para o Brasil. Hoje nós estamos vendo que, de um lado, querem negar e desqualificar tudo o que realizamos a favor dos pobres, das classes trabalhadoras e também das classes médias, dos pequenos e médios empresários; ao mesmo tempo querem condenar o presidente Lula a partir de uma teoria – a chamada teoria do domínio do fato. Não há nenhuma prova contra o presidente Lula, mas querem condená-lo, a partir de uma presunção equivocada, dizendo que ele tinha conhecimento de tudo o que aconteceu no seu governo. Nós estamos vendo hoje uma determinação do sistema dominante, daqueles que deram o golpe, com forte apoio no Poder Judiciário e no Ministério Público, para afastar o presidente Lula, impedindo sua candidatura e, com isso, comprometendo o processo democrático no Brasil.
Super Notícia / Delma Lopes – Diante do processo a que ele está respondendo na Justiça, o que é que ele está liberado pra fazer do ponto de vista de campanha eleitoral? Como é que o partido está se organizando pra fazer a campanha? O que é que a Justiça permite que ele faça?
Patrus – Eu não vou falar pela Justiça, mas o que eu sinto é que é um processo altamente questionável em todos os aspectos. Por exemplo, a sentença que lhe foi imposta pelo Tribunal Regional Federal de Porto Alegre é uma coisa que a gente questiona de imediato. Porque estabeleceram um mês – 12 anos e um mês – exatamente para evitar a prescrição. As sentenças dos três desembargadores foram iguaizinhas, num caso delicado como esse. Então, há de fato um questionamento: não há uma decisão política? Vamos reconhecer que nós todos somos políticos, temos nossas convicções, as nossas ideias, os nossos valores. E os integrantes do Poder Judiciário e do Ministério Público não são imunes a essas influências. Penso que neste momento está prevalecendo em certos setores, no Brasil, uma visão extremamente conservadora, no sentido de negar as conquistas sociais que tivemos. Nós vivemos hoje no país um capitalismo selvagem – a tradução do neoliberalismo. Os fatos mostram que o golpe que deram, sem nenhuma fundamentação jurídica, afastando a presidente Dilma sobre quem não pesa nenhuma acusação formal, foi uma ação acertada em função dos interesses do grande capital.
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Super Notícia / Delma Lopes – Mas como é que o partido vai fazer pra colocar o nome de Lula na rua?
Patrus – Lula vai começar no fim do mês uma caravana no sul do Brasil, como já fez no Nordeste, aqui em Minas Gerais e no Rio de Janeiro. E já estão acertadas outras caravanas, ou seja, Lula está exercendo a sua cidadania, os seus direitos políticos. A campanha de Lula é uma campanha muito fácil, porque ele é a maior liderança do país. Quanto mais tentam condená-lo, quanto mais inventam coisas contra ele, mais ele cresce na opinião pública. Ele lidera todas as pesquisas, com apoio de mais de 40% da população – e esse apoio está crescendo. Pensando no futuro do Brasil, a quem interessa desqualificar uma liderança como a do presidente Lula? É uma liderança que demora séculos para aparecer ou para construir; uma liderança que vem das camadas mais humildes do povo; que representa o povo. Lula tem uma carreira política construída passo a passo, vinculada inclusive à construção de um partido político. A quem interessa desqualificar uma liderança como essa sem nenhuma fundamentação jurídica, com base na teoria do domínio do fato. Há poucos dias acabei de ler um livro de um dos maiores cientistas políticos do país, o professor Wanderley Guilherme dos Santos – “A democracia impedida – O Brasil do século XXI”. Ele aponta que o início do golpe na democracia ocorreu com o processo do chamado “mensalão”, quando adotaram a teoria do domínio do fato para condenar José Dirceu e outras pessoas. É a teoria que dispensa provas. Presume-se que a pessoa saiba, pelo cargo que ocupa, e dispensa-se qualquer outra prova para condenar. Ou então se baseia em delatores. Ora, o instituto da delação premiado está descaracterizado. Uma pessoa condenada a 30 anos faz a delação e é solta…Então ela chega diante do juiz e pergunta: “O que é que o senhor quer saber? O que o senhor quer que eu fale? E fala.” Esse é o processo. E está acompanhado de outro: o processo de desmonte de todas as conquistas de direitos sociais que nós tivemos no Brasil. Está em vigor, por exemplo, a emenda constitucional que, na prática, impede investimentos públicos por 20 anos; congela o país por 20 anos. O metrô de Belo Horizonte pode parar em junho por conta dessa emenda. Quem vê o orçamento do Brasil para 2018 leva um susto: praticamente desapareceram os recursos para programas de proteção, apoio, assistência aos mais pobres.
Super Notícia / Rodrigo Freitas – O senhor concorda com a lei da ficha limpa e concorda com o conceito de que o cidadão fique inelegível caso seja condenado em segunda instância?
Patrus – Neste momento eu tenho minhas ressalvas. Se estivéssemos num país em que prevalecesse o Estado Democrático de Direito, com um Poder Judiciário efetivamente independente, julgando com serenidade sem atropelar processos – o ritmo do processo contra Lula é um escândalo, porque colocaram na frente de centenas de outros cumprindo a determinação, o objetivo de condenar o presidente Lula. Então, na minha avaliação – que encontra ressonância em inúmeros juristas e cientistas políticos do Brasil e do exterior – nós não estamos vivendo no Estado Democrático de Direito. Nós tivemos um golpe. Diferentemente de 1964, não tivemos ainda os tanques das ruas. Foi um golpe dado com outras características, como o apoio definitivo dos meios de comunicação. A presidente Dilma foi afastada sem nenhuma fundamentação jurídica. E de lá pra cá os golpistas tomaram uma série de outras medidas, sempre configurando um estado de exceção, não no sentido tradicional, mas um estado de exceção plenamente configurado. Então, nesse contexto, vejo com muita cautela qualquer medida que vise restringir direitos e garantias individuais.
Super Notícia / Delma Lopes – O assunto em destaque no Congresso é a proposta de reforma da Previdência. Como o senhor está acompanhando essas discussões, agora que o governo disse que pode fazer algumas mudanças na tentativa de conseguir votos pra aprovar a reforma? O senhor realmente vê esse esforço de tentar ouvir as partes que vão ser atingidas por essa reforma?
Patrus – Delma, eu vejo o governo tentando seduzir os parlamentares com emendas, com recursos, com ameaças. E está procurando atingir os parlamentares também através dos governos estaduais, com ameaças de cortar recursos, de não liberar recursos, de não liberar verbas de emendas. Infelizmente não vejo um grande debate com a sociedade brasileira sobre a reforma da Previdência. Eu estou convencido de que devemos fazer alguns acertos na Previdência. Mas, então, vamos fazer um debate aberto com a sociedade, com os movimentos sociais, com as universidades, com as igrejas, com as organizações sindicais, com as representações de trabalhadores e também de empresários.
Super Notícia / Rodrigo Freitas – O PT errou durante os governo Lula e Dilma ao não fazer uma reforma de Previdência?
Patrus – Eu penso que poderíamos ter avançado, sim. Penso que fizemos grandes avanços, como já mencionei, mas poderíamos também ter mexido em algumas áreas. Nós sabemos que a questão da Previdência é delicada. Mas é fundamental que se faça mudanças ouvindo a sociedade. O que estou vendo é que a reforma da Previdência está rigorosamente inserida nas outras – na emenda que congela os investimentos, na “reforma trabalhista” que é o começo do fim do Direito do Trabalho no Brasil…A chamada reforma da Previdência vai nessa mesma linha. Nós estamos vendo um processo em que o governo, a cada dia, abre mais espaço para o setor privado. A emenda que congela os investimentos públicos em educação e saúde abre espaço para a crescente privatização da educação e da saúde; a reforma da Previdência é para abrir espaço para que empresas e pessoas ganhem dinheiro com previdência privada. Porque estão propondo, em resumo, o início do fim da previdência pública no Brasil. A reforma que eles propõem é absolutamente perversa com os pobres, com as classes trabalhadoras, e não atinge quem ganha mais, inclusive no Poder Judiciário, no Ministério Público e em outros setores.

O QUE GERA DEPENDÊNCIA É A MISÉRIA, NÃO A DISTRIBUIÇÃO DE RENDA

por Patrus Ananias

Ainda em 2016, quando a PEC 55 (ou 241, na Câmara) estava em discussão, eu declarava publicamente: Se for aprovada, a PEC do Desmonte assina a sentença de morte do Bolsa Família. O encerramento do programa social de maior alcance e sucesso dos governos do PT fazia parte dos planos daqueles que tomaram o poder com o impeachment. A distribuição de renda e a mobilidade social conquistadas com tanto esforço desde o primeiro mandato do presidente Lula estavam no alvo da guinada à direita que se apossou do poder federal. Nunca esconderam ou tentaram disfarçar esse objetivo.

Ainda na fase de estruturação do programa Bolsa Família, diversos argumentos buscavam sabotar a iniciativa. Ao invés de hipóteses que levavam a pensar em modos de expandir o programa e integrar ainda mais a distribuição de renda à economia cotidiana (algo essencial nos grandes centros e nas pequenas cidades), o que recebíamos eram ataques que se opunham frontalmente à implantação do Bolsa Família.

Diziam que “gera dependência”. Porém, o que cria dependência e o que escraviza é a fome, a miséria. A miséria é uma dependência que as classes dominantes do Brasil aprenderam a explorar e a garantir. Qualquer iniciativa que busque acabar com a dependência gerada pela miséria é duramente atacada e refutada. E a dependência gerada pela fome é aquela leva ao limite: a morte pela falta do que comer.

Diziam que era necessário criar “portas de saída” para o programa. Mas isso sem discutir que é necessário antes criar portas de entrada, levando em conta a dívida social do Brasil, desde o legado da escravidão. Não se nega que a criação de novos postos de trabalho é essencial para a economia, para ampliar a igualdade social, com direitos assegurados aos trabalhadores (realidade que os atuais ocupantes de altos cargos da República também desejam que seja parte do passado). Porém, antes disso precisamos garantir portas para uma vida saudável, portas para o mínimo de dignidade dos brasileiros, que é a alimentação diária.

Em primeiro lugar, criar portas para incluir, para trazer para dentro da casa brasileira essas pessoas deixadas à margem da dignidade da vida.

Também entravam com insistência no argumento excludente do “ou isto ou aquilo”, que só é belo na poesia de Cecília Meireles. Como se fosse questão de discutir, a respeito do maior programa de distribuição de renda do mundo, se é importante ou dar o peixe ou ensinar a pescar. Mas se a pessoa vai pescar sem ter comido antes, sem ter se alimentado minimamente, corre o risco de desequilibrar e cair no rio. E se o rio for perigoso, há o perigo de ela própria se tornar alimento, ao invés de encontrar aquilo que a sustente. Para buscar trabalho, para lutar por condições menos degradantes de vida, é necessário ter o próprio sustento.

Mesmo com todos os avanços que tivemos, desde a Constituição Cidadã e especialmente a partir do primeiro mandato do presidente Lula, continuamos sob o peso de uma dívida social enorme. Ainda hoje, temos em torno de 10% de analfabetos no Brasil.

Quando fui ministro do Desenvolvimento Social e Combate à Fome, trabalhávamos no Bolsa Família com o conceito de pobreza geracional. Ainda se contam aos milhões os brasileiros cujos pais e avós não tiveram acesso a direitos básicos. E programas como esse existem para garantir que seus filhos e netos tenham a condição de um futuro melhor.

Daí a importância inegável desse programa, que é tão caro ao meu coração por ter ajudado a tirar o Brasil do Mapa da Fome e a construir alguns degraus na direção de um país mais justo.

Patrus no curso de educadores populares em Caratinga

O deputado Patrus Ananias está em Caratinga/MG, entre educadores populares que participarão da 3° edição do curso de férias. Na noite de ontem, o evento teve apresentações culturais relembrando o protagonismo de africanos e indígenas na luta por direitos e igualdade social. Entre as presenças, o Padre João, da Pastoral Social, Dom Paulo, da diocese de Uberaba, os padres Roberto e Matias, as Irmãs missionárias de N. Sra das Graças, pastorais e sindicatos. O evento terminou com o lançamento do CD Vozes da Mata, do cantor Farinhada.

 

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