Muitas bandeiras, muitas lutas: nas ruas pela Educação

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A manifestação contra o corte de verbas na educação foi também momento de outras lutas e movimentos sociais irem para as ruas. Foi o momento de ouvir que “A nossa luta unificou / É estudante junto com trabalhador”, logo depois … Continuar lendo

Patrus tem reunião com trabalhadores e dirigentes do Sindifes

As pessoas querem bons serviços públicos, boas políticas públicas. Isto pressupõe bons servidores públicos, servidores valorizados e dignamente remunerados. Darei atenção especial à Educação, que exige articulação com outras políticas. Para aprender tem que ter saúde, para ter saúde tem que ter alimentação de qualidade.

Em encontro com trabalhadores e trabalhadoras da educação e dirigentes do Sindicato dos Trabalhadores de Instituições de Ensino – Sindifes, na tarde de hoje, além da política educacional, falamos também sobre a questão da Justiça do Trabalho. Os direitos trabalhistas e previdenciários estão ameaçados pelo desmonte feito pelo governo federal.

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Em 1964, o golpe foi visível. Os tanques estavam nas ruas. Hoje o que vemos é um processo mais sutil, direcionado. E o golpe está sendo aprofundado pelas reformas trabalhista e da previdência.

DEFENDER A UNIVERSIDADE É DEFENDER A SOBERANIA BRASILEIRA

A soberania do Brasil está estreitamente vinculada à capacidade de produção de conhecimento, ao ensino de qualidade, público e gratuito. Com esta motivação, encontrei-me com a reitora da UFMG, professora Sandra Regina Goulart Almeida, nesta sexta-feira (15.03), para estreitar parceria e reiterar o compromisso do mandato com a defesa da universidade pública.

Compromisso que se materializa nos investimentos já feitos na UFMG, por meio de emendas parlamentares de minha autoria. Somente em 2019, foram encaminhadas emendas no valor de R$ 1 milhão e 320 mil, destinadas a obras de infraestrutura e fomento a ações de graduação, pós-graduação, ensino, pesquisa e extensão. Em 2018, os valores alcançaram R$ 400 mil, e no ano anterior, 2017, somaram R$ 650 mil.

As universidades públicas estão sendo duramente atingidas por medidas do governo federal, entre elas, o Decreto nº 9.725, de 12 de março de 2019, que extingue 21 mil funções comissionadas e gratificadas; e o Protocolo de Intenções para investigar supostos indícios de corrupção no MEC, assinado pelos ministros da Justiça e Segurança Pública, e Educação, em 14 de fevereiro. A chamada “Lava Jato da Educação”.

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O encontro contou com a participação do vereador de BH, Pedro Patrus, do vice-reitor, Alessandro Fernandes Moreira, e da diretora de Cooperação Institucional, Ana Flávia Machado.