O Orçamento Participativo é um instrumento de ampliação da democracia e de combate à corrupção

O ORÇAMENTO PARTICIPATIVO (OP), implantado por Patrus Ananias na década de 90, quando era prefeito de Belo Horizonte, tornou-se referência mundial como instrumento de participação popular e promover o fortalecimento do processo democrático. Em suas palestras o deputado Patrus Ananias tem revelado uma característica importante do OP enquanto instrumento anticorrupção, pois exige que a comunidade acompanhe as ações implementadas.

“As pessoas acompanham a execução das obras e a implementação das políticas públicas. As pessoas acompanham os prazos e os procedimentos. E isso acaba sendo bom também para combater a lentidão da burocracia”

Patrus é considerado o prefeito que mais trouxe avanços sociais para a capital mineira, sobretudo com a implantação do Orçamento Participativo e as pioneiras políticas de combate à fome e à desnutrição, entre elas o Restaurante Popular.

Discurso de encerramento da CPI contra Incra e Funai

No discurso de encerramento da CPI contra Incra/Funai, deputado Patrus denuncia novamente: o objetivo desta comissão foi acabar com a demarcação de terras indígenas e quilombolas, esse pequeno reconhecimento aos nossos antepassados, e doar essas terras ao mercado!

Essa CPI foi perversa porque foi contra a agricultura familiar. Foi perversa porque favoreceu o que existe de mais atrasado no agronegócio brasileiro. Foi perversa porque em seu encerramento incentiva a violência no campo e que mais sangue de trabalhadores rurais e povos tradicionais seja derramado.

Deputado Patrus sobre o Brazil Forum UK

“Considero eventos como esse da maior importância para o nosso país. Precisamos, cada vez mais, refletir sobre o Brasil, pensar os caminhos do nosso país e construirmos juntos um projeto integral, integrado e sustentável”

CUT repele proposta “ineficaz, inoportuna e autoritária” para legislação trabalhista

CUT trabalho
A reforma trabalhista anunciada nesta quinta-feira (22) pelo governo do ilegítimo e golpista Temer é ineficaz, inoportuna, autoritária e não resolve o problema do Brasil. É ineficaz por não enfrentar o principal problema do País, que é a estagnação econômica, a crise da indústria e o desemprego que atinge milhões de famílias. Continuar lendo

Golpistas desmontam direitos de idosos e de deficientes muito pobres

Patrus Ananias

O governo golpista continua com seu saco de maldades contra os pobres, contra as trabalhadoras e os trabalhadores do Brasil, contra o povo brasileiro e contra o nosso país. É a operação desmonte, agora com a reforma da Previdência para retirar direitos de trabalhadoras e trabalhadores pobres do campo e da cidade e para assinar a sentença de morte do BPC, o Benefício da Prestação Continuada, que garante o salário mínimo para pessoas idosas, com 65 anos, e para pessoas com deficiência, incapacitadas para o trabalho. São pessoas muito pobres mesmo, com renda inferior a 1/4 do salário mínimo.
O governo golpista vai desvincular o BPC do salário mínimo e vai aumentar para 70 anos a idade exigida. Nós estamos falando, repito, de pessoas muito pobres; de pessoas que passaram a vida trabalhando na roça; de pessoas que se tornaram ou que desde o nascimento são deficientes. É dessas pessoas que o governo golpista quer retirar os modestíssimos direitos conquistados há pouco e ainda modestíssimos.

Repúdio à repressão

repressao a estudantes

Patrus Ananias

A terça-feira, 29, foi marcada em Brasília pela violência contra a juventude.
Jovens do Brasil inteiro – secundaristas, universitários – exercendo o seu patriotismo, a sua cidadania, vieram a Brasília para protestar democraticamente, pacificamente, contra a PEC 55. A repressão da polícia foi brutal, ferindo princípios básicos do Estado Democrático de Direito, atentando também contra parlamentares que tentaram mediar o conflito. Cenas visíveis, explícitas, de violência e de desrespeito aos direitos fundamentais.
É importante denunciarmos também a infiltração, no movimento, de elementos perturbadores, violentos, não vinculados aos movimentos da nossa juventude, que são não-violentos, pacíficos e democráticos, a favor do Brasil.
Expresso minha total solidariedade aos manifestantes, aos jovens que, em todo Brasil, fazendo ocupações democráticas, pacíficas, estão lutando pelo país contra a política do desmonte nacional praticada pelo governo golpista que Michel Temer preside.

Voto contra anistia à prática de caixa 2

A propósito das discussões em curso na Câmara dos Deputados sobre a hipótese de que seja concedida anistia à prática eleitoral de caixa 2, informo que votarei CONTRA qualquer proposta que tenha esse objetivo.

Patrus denuncia ameaças de CPI e do governo a povos indígenas

  O deputado federal Patrus Ananias (PT-MG) denunciou nesta quinta-feira (10), em audiência pública na Procuradoria-Geral da República sobre a situação dos povos indígenas, a intenção da chamada CPI Incra/Funai de “não apenas impedir a demarcação de novas terras indígenas, mas também de retroceder e colocar “as atuais reservas indígenas” no mercado de terras.
   “Viemos dizer que o objetivo principal da CPI é atingir a demarcação das terras indígenas”, afirmou Patrus perante o auditório lotado de indígenas e de representantes de instituições e entidades de apoio e proteção aos índios. Continuar lendo

Patrus denuncia ataques da direita à reforma agrária e à soberania nacional

patrus CDH

(Discurso pronunciado pelo deputado Patrus Ananias em audiência pública da Comissão de Direitos Humanos e Minorias, da Câmara Federal, sobre a criminalização dos movimentos sociais)  

   Estamos vivendo um momento de desafios, de dificuldades. Não é pra gente desanimar, mas pra gente ter consciência e buscarmos ações eficazes que estejam à altura do momento histórico.
    Além dos fatos que foram narrados aqui, anotei alguns pontos para a nossa reflexão.
   O deputado Nilto Tatto (PT-SP) fez referência à chamada CPI contra o Incra e a Funai. Na verdade é uma CPI que vai muito além. Se for necessário para os seus objetivos, eles desconstituem o Incra e a Funai. Mas o objetivo deles é maior e muito mais penoso e desafiador pra nós: é retroceder com a demarcação das terras indígenas; retroceder com a demarcação dos territórios quilombolas e das comunidades e populações tradicionais; pôr um ponto final nessa conversa de reforma agrária – e ao pôr um ponto final na reforma agrária eles querem pôr um ponto final também em tudo aquilo que esteja vinculado à função social da propriedade e das riquezas, e aí também um ponto final na reforma urbana e na reforma tributária.
    Então é uma CPI onde estão presentes as pessoas mais representativas do pensamento direitista aqui nesta casa – e olha que direitista não está faltando aqui. E é uma CPI que vai exigir de nós uma ação muito vigorosa. Continuar lendo