Patrus encerra Fórum das Águas em Muriaé-MG no próximo domingo

Neste sábado (23), Patrus encerra o 1º Fórum das Águas — Belisário é Patrimônio Hídrico, em Muriaé (MG). A 1ª edição do fórum se soma à já conhecida Caminhada das Águas, prevista para o domingo (24), e marca a conquista de moradores e lideranças em defesa do meio ambiente.

Participe: Escola Estadual Pedro Vicente de Freitas, Belisário Muriaé. Sábado (23) e domingo (24), a partir das 9h.

Leia a matéria em: http://www.gazetademuriae.com.br/site/noticia/detalhe/10493/deputado-federal-patrus-ananias-encerra-forum-das-aguas-de-belisario-dia-23

Patrus e Leninha participam de reunião preparatória das Comunidades Eclesiais de Base

Acredito que o primeiro passo para enfrentar a atual conjuntura política, desafiadora, é o que estamos fazendo hoje: nos reunir nas igrejas, nos grupos ecumênicos, nas comunidades eclesiais de base, nos grupos de Fé e Política, nos espaços familiares, nos locais de trabalho e moradia.

Temos que cumprir um papel pedagógico, conversar com as pessoas, mostrar o que está acontecendo no Brasil. Mostrar quem está ganhando com a situação. Não é vontade de Deus. Precisamos colocar em prática os ensinamentos de Jesus e a doutrina social da Igreja.

Outro desafio é recuperar a dignidade da palavra “política”. Uma coisa é político corrupto, prepotente e ligado à milícia. Este, temos que combater. A palavra vem de “polis”, do grego. Político é aquele que se ocupa das questões da sua cidade, da sua região, do seu território, do sei estado, do seu país e, em sentido mais amplo, da humanidade, por meio da organização da vida coletiva.

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A reunião da Coordenação Estadual das CEB’s, realizada na Paróquia Nossa Senhora das Graças em Sete Lagoas (MG), no último sábado (16.03), contou com a participação da deputada estadual Leninha, do bispo da Diocese de Sete Lagoas, Dom Aloísio Vitral, e de representantes de 17 dioceses das 28 dioceses e arquidioceses mineiras (Guaxupé, Paracatu, Sete Lagoas, Mariana, Uberlândia, Almenara, Montes Claros, Belo Horizonte, Caratinga, Teófilo Otoni, Juiz de Fora, Governador Valadares, Oliveira, Luz, Janaúba, Campanha e Leopoldina).

O encontro teve início na sexta-feira (15) e terminou no domingo (17) e é a segunda e última fase preparatória para o Encontro Estadual das CEB’s, marcado para o período de 19 a 21 de julho, em Ipanema (MG)”

Patrus tem reunião com trabalhadores e dirigentes do Sindifes

As pessoas querem bons serviços públicos, boas políticas públicas. Isto pressupõe bons servidores públicos, servidores valorizados e dignamente remunerados. Darei atenção especial à Educação, que exige articulação com outras políticas. Para aprender tem que ter saúde, para ter saúde tem que ter alimentação de qualidade.

Em encontro com trabalhadores e trabalhadoras da educação e dirigentes do Sindicato dos Trabalhadores de Instituições de Ensino – Sindifes, na tarde de hoje, além da política educacional, falamos também sobre a questão da Justiça do Trabalho. Os direitos trabalhistas e previdenciários estão ameaçados pelo desmonte feito pelo governo federal.

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Em 1964, o golpe foi visível. Os tanques estavam nas ruas. Hoje o que vemos é um processo mais sutil, direcionado. E o golpe está sendo aprofundado pelas reformas trabalhista e da previdência.

DEFENDER A UNIVERSIDADE É DEFENDER A SOBERANIA BRASILEIRA

A soberania do Brasil está estreitamente vinculada à capacidade de produção de conhecimento, ao ensino de qualidade, público e gratuito. Com esta motivação, encontrei-me com a reitora da UFMG, professora Sandra Regina Goulart Almeida, nesta sexta-feira (15.03), para estreitar parceria e reiterar o compromisso do mandato com a defesa da universidade pública.

Compromisso que se materializa nos investimentos já feitos na UFMG, por meio de emendas parlamentares de minha autoria. Somente em 2019, foram encaminhadas emendas no valor de R$ 1 milhão e 320 mil, destinadas a obras de infraestrutura e fomento a ações de graduação, pós-graduação, ensino, pesquisa e extensão. Em 2018, os valores alcançaram R$ 400 mil, e no ano anterior, 2017, somaram R$ 650 mil.

As universidades públicas estão sendo duramente atingidas por medidas do governo federal, entre elas, o Decreto nº 9.725, de 12 de março de 2019, que extingue 21 mil funções comissionadas e gratificadas; e o Protocolo de Intenções para investigar supostos indícios de corrupção no MEC, assinado pelos ministros da Justiça e Segurança Pública, e Educação, em 14 de fevereiro. A chamada “Lava Jato da Educação”.

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O encontro contou com a participação do vereador de BH, Pedro Patrus, do vice-reitor, Alessandro Fernandes Moreira, e da diretora de Cooperação Institucional, Ana Flávia Machado.

Cáritas completa 30 anos em Minas Gerais

Ontem tive a alegria de participar da celebração dos 30 anos da Cáritas Regional Minas Gerais. A celebração veio ao encontro da experiência que vivenciei nesta semana na visita a Brumadinho, um dia da escuta. Dom Otacilio iniciou a homilia falando da importância da escuta: “Uma liderança da Cáritas não pode ser surda. Saber ouvir é um dom”, disse o religioso.

Lembrei-me de Dom Demétrio Valentin, ex-presidente da Cáritas Nacional e bispo emérito de Jales. Uma grande liderança com quem eu tive o prazer de conviver de forma mais intensa quando fui ministro do Desenvolvimento Social e Combate à Fome.

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Militantes da Cáritas fizeram referência a parceria exitosa, algumas iniciadas em nosso governo na Prefeitura de Belo Horizonte, 1992, que inaugurou programas sociais para população de rua e catadores e catadoras de material reciclável.

A Cáritas Regional Minas Gerais tem um papel fundamental na efetivação de diversas políticas públicas e no ano que celebramos 40 anos da Conferência de Puebla, marco da opção preferencial pelos pobres, nosso mandato reafirma nosso compromisso com a construção de uma sociedade mais justa, mais fraterna e pela defesa incansável dos direitos dos mais pobres e excluídos.

Crime da Vale em Brumadinho: Vale do Paraopeba é prioridade

Motivado por compreender melhor o processo que se instalou em Brumadinho, que começou bem antes do rompimento da Barragem da Mina do Feijão, em 25 de janeiro, e que se estende para um cenário de muitas lutas para assegurar os direitos básicos da população atingida, estive na cidade, onde tive a oportunidade de escutar moradores e lideranças.

Do bispo auxiliar da Arquidiocese de Belo Horizonte e referencial para o Vale do Paraopeba, Dom Vicente Ferreira, tomo emprestado a classificação de Brumadinho como uma metáfora da atual conjuntura, de local a global. Acrescento que o crime cometido pela Vale e o modelo implantado é a expansão de negócios sem limites. Não tenho dúvidas de que a questão política está subordinada à questão econômica.

O relato do Padre René Lopes, pároco da Igreja de São Judas Tadeu, destacou o esforço de integrantes da igreja e voluntários, religiosos e não religiosos, de diversas partes do país em dar conforto, apoio, alimentação e, em parceria com a PUC-MG, assistência jurídica às centenas de famílias atingidas. Este esforço já contabilizou 700 famílias atendidas espiritual e socialmente.

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Famílias como as da comunidade do Parque da Cachoeira, com metade das propriedades e muitas vidas arrastadas pela lama, que hoje têm na Igreja de São Judas Tadeu o referencial para seguir em frente. Neste local, a Arquidiocese de BH montou a central de distribuição de doações e alimentação.

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Encontrei velhos conhecidos, como o Seu Romeu, taxista em Belo Horizonte por décadas, e que escolheu viver ali, após se aposentar. O local que antes ficava sua casa, fruto do trabalho como motorista, abaixo de metros de lama, está marcado por um tronco retorcido.

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Solidarizei-me com o pai, Carlos Antônio, funcionário da Vale, que conseguiu se salvar, fugindo em disparada na camionete que dirigia, mas não pode levar consigo o filho, também funcionário da empresa.

A preocupação com o futuro econômico do município foi externada pelo secretário de obras, Alcimar Barcelos e como fiz nos momentos anteriores, momentos de escuta, afirmei o compromisso do mandato em somar esforços.

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Encerrei a visita no Acampamento Pátria Livre, do outro lado do Paraopeba e já em São Joaquim de Bicas. Cerca de 400 famílias, já foram mil, foram impactadas, já que a água do rio servia para irrigar a horta e para os animais.

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Com o rio morto a única opção foi buscar água em uma nascente que corta o terreno. E lá a questão é mais complexa pois uma exigência da empresa para prestar atendimento aos atingidos é mediante a apresentação de um comprovante de endereço. “Queremos ser reconhecidos como atingidos”, disse Cristiano, um dos dirigentes do movimento.

Percorri o acampamento, recentemente beneficiado pelo Programa de Segurança Alimentar (PSA), um plano emergencial resultado do diálogo entre o Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST), a Cáritas Brasileira Regional MG e a extinta Secretaria de Estado de Trabalho e Desenvolvimento Social de Minas Gerais (Sedese), com a entrega de kits horta, apicultura e pintainhas.

Com menos dois anos de implantação, o acampamento possui uma escola, que já contou com 300 alunos em 2018, oferece educação infantil completa, alfabetização para adultos, possui biblioteca, refeitório e um projeto de horta, hoje com futuro incerto. Inaugurada em maio do ano passado a escola conta com a parceria da Fundação Helena Antipoff para oferecer uma educação de qualidade.

Minha presença efetiva em Brumadinho se torna um compromisso, o Vale do Paraopeba se torna uma prioridade do mandato, pois o discurso que se anuncia, que assistimos se constituir, é o de preservação da empresa, o que é assustador, perante a tragédia humana e ambiental.

Não se sabe realmente quantas pessoas foram mortas. Encerro minha visita de compromisso em Brumadinho com a certeza de que nossa luta é pelos mais pobres, por aqueles que estão sendo expropriados de seu direito mais básico, o direito à vida.

Patrus pede a Moro e Vélez protocolos sobre a ‘Lava Jato da Educação’

“O deputado Patrus Ananias (PT-MG) encaminhou pedidos de informação aos ministros Sérgio Moro, da Justiça e Segurança Pública, e Ricardo Vélez Rodríguez, da Educação, sobre o protocolo de intenções assinado entre os dois ministérios, em 14/02, para investigar supostos indícios de corrupção no MEC.

A chamada ‘Lava Jato da Educação’, anunciada com estardalhaço pelo governo Bolsonaro, e reiterada pelo presidente no período do Carnaval, soa como uma ameaça à autonomia universitária, aos programas ProUni e Pronatec, e à livre produção cultural no país e , por isso, seus objetivos, métodos e procedimentos precisam ser esclarecidos.

‘Recentemente presenciamos ataques da Polícia Federal, do Ministério Público e até juízes à Universidade Federal de Minas Gerais e à Universidade Federal de Santa Catarina, episódio que levou ao suicídio o reitor Cancellier’, recordou Patrus.

‘A falta de transparência e o tom alarmista do anúncio de investigações no âmbito do MEC preocupa a comunidade acadêmica e a sociedade como um todo, pois, sob pretexto de combater a corrupção, pode se tratar de uma escalada na perseguição política aos que discordam do governo e uma ameaça à privatização das universidades.’

O deputado requereu a cópia do protocolo firmado entre os dois ministérios, a cópia dos relatórios que embasaram a assinatura do referido protocolo e o período de apuração dos fatos narrados na nota do MEC.

No requerimento, o deputado Patrus faz ainda outras indagações ao ministro da Educação Vélez Rodrigues: se existem procedimentos abertos no MEC para investigar essas denúncias, quais são esses procedimentos e em que período foram realizados.

Pedido de informações ao ministro Sérgio Moro

Ao ministro Sérgio Moro, o deputado Patrus Ananias solicitou cópia do protocolo firmado entre o Ministério da Justiça e Segurança Pública e o MEC e pediu informações sobre como o Ministério irá atuar para executar o acordo de cooperação com o MEC, entre outras indagações.

O deputado Patrus conclui o requerimento solicitando Informações sobre a existência de outros procedimentos de investigação, em andamento, envolvendo universidades federais.

Em caso positivo, pergunta quais são as universidades que estão sendo investigadas.

O Requerimento de Informação está previsto no Art. 50 da Constituição Federal e nos Art. 24, inciso V e § 2°, e 115, inciso I, do Regimento Interno da Câmara.”

Matéria completa em: https://www.viomundo.com.br/voce-escreve/patrus-pede-a-moro-e-velez-protocolos-sobre-a-lava-jato-da-educacao.html

Patrus homenageia Diva Moreira no Carnaval de BH

 

Patrus participou neste carnaval do desfile da Escola de Samba Raio de Sol, na terça-feira à noite, na avenida Afonso Pena. A homenageada da escola foi a cientista política e lutadora social Diva Moreira, de 62 anos, natural de Bocaiuva e uma das grandes referências de Belo Horizonte na luta pela liberdade racial e pela educação. A escola levou para o desfile o enredo “Uma vida, uma luta, um sonho de Dandara, um poema pela Educação”, louvando os 55 anos de militância política de Diva.

Além do desfile, Patrus teve a alegria de participar também do almoço oferecido aos bocaiuvenses na casa de dona Diva Moreira. A relação do deputado Patrus com Diva é histórica, na militância do Partido dos Trabalhadores e nas lutas pela Educação e pela Cultura.

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AO AMIGO-IRMÃO PLÍNIO ARANTES

Neste dia triste, fiquei profundamente tocado com o falecimento de meu amigo-irmão, Plínio Arantes.

Temos uma amizade de quase 50 anos, iniciada quando o conheci nos anos 1970. Uma amizade ramificada entre nossas famílias no decorrer das décadas – com ele, com sua esposa, nossa querida Mirtes, e com suas filhas.

Em 1982, Plínio me emprestou seu escritório para que fosse o comitê de minha primeira campanha eleitoral, candidato a vereador de Belo Horizonte. Dali em diante, nossa amizade só se estreitou. Tive o prazer de um reencontro com ele há pouco mais de uma semana, uma longa visita.

O amigo deixa tantas lembranças e inspiração, agora em sua ausência. O imenso afeto permanece na forma de saudade. A toda sua família, nossa solidariedade, amizade e carinho.

Banquetaço mobiliza sociedade contra extinção do CONSEA

BANQUETAÇO MOBILIZA SOCIEDADE CONTRA EXTINÇÃO DO CONSEA

O Banquetaço, ato contra a extinção do Conselho Nacional de Segurança Alimentar e Nutricional- Consea, foi realizado em diversas cidades brasileiras, com a participação de lideranças da agricultura familiar e da população. Em Brasília e Belo Horizonte teve a participação da população de rua.

No espaço central Rodoviária de Brasília, o ato teve também a presença da bancada do PT na Câmara, que luta para impedir que o atual governo desmonte as políticas públicas que asseguram a erradicação da pobreza no país.

Durante o evento, o deputado Patrus Ananias (PT-MG) – ministro nos governos Lula e Dilma que implantou o Bolsa Família e as politicas públicas que tiraram o Brasil do Mapa da Fome –, criticou o desmonte dessas políticas, iniciado no governo Temer, que levou o Brasil de volta ao Mapa da Fome. O deputado reafirmou que a continuidade desse desmonte pelo governo Bolsonaro, extinguindo agora o Consea, agravará ainda mais a pobreza no Brasil.

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Patrus lembrou que a construção das políticas públicas colocou o direito à alimentação na Constituição. “É tudo isso que o desgoverno Bolsonaro está destruindo, o desmonte dos direitos sociais no Brasil e o primeiro de todos os direitos, que é o direito à alimentação”, alerta Patrus.

O deputado apresentou emenda à Medida Provisória 870 para manter a estrutura do Consea no Ministério das Cidades.

Comida e arte no Banquetaço de BH

Em Belo Horizonte, o Banquetaço serviu 400 quilos de comida para centenas de pessoas, a maioria moradores de rua, debaixo do viaduto de Santa Tereza, na área central da cidade. Os alimentos foram doados por pequenos produtores da Região Metropolitana de Belo Horizonte. “Teve doação que veio de Pará de Minas”, explica Flávio Dornas, do Hotel Magnífico, e criador do movimento “Distrito Guaicurus”, que abre a conhecida zona boêmia da capital para o turismo e gastronomia.

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Foi por meio dessa articulação que “Jade”, nome fictício, do Coletivo das Lobas, movimento que busca assegurar os direitos das profissionais do sexo da Guaicurus, se juntou ao grupo de 20 mulheres que desde a última sexta-feira (22) se dedicou a preparar os alimentos. “Faço questão de estar presente e ajudar nos atos políticos. Temos que conhecer nossos direitos e nos associar a quem nos pode ajudar” disse.

O presidente do Consea-MG, Élido Bonomo, além de defender a continuidade do Consea Nacional, em sua fala, denunciou a liberação de pelo menos 50 agrotóxicos, desde o início do ano, alguns deles proibidos em diversos países.

Parlamentares do PT marcaram presença. “Com o ministro Patrus Ananias, tivemos o Programa Fome Zero, e conseguimos tirar o Brasil do Mapa da Fome e agora enfrentamos esse retrocesso. Lutar em defesa do Consea nacional e estaduais é lutar pela vida, pelo meio ambiente, pela dignidade humana”, declarou o deputado estadual André Quintão. Já o vereador Pedro Patrus prometeu resistência às medidas que vêm impondo perdas de direitos. Também presente, a deputada estadual Leninha.

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Sob o comando de MC Russo, o Banquetaço alimentou hoje pelo menos quatrocentas pessoas com comida de qualidade, sem agrotóxico. E este foi o tema para a criação de grafites pela Nação Hip-Hop. Mauricinho do Samba da Feira parou para apreciar. “Arte é cultura, está bonito e mandou a mensagem” disse. A programação cultural se estendeu pela tarde e contou ainda com apresentação de funk e de biodança.

Em BH, o Ato contou cm a participação do MST, Coletivo Manas, Movimento pela Soberania Popular na Mineração (MAM), Movimento dos Atingidos por Barragem (MAB), Movimento Nacional pela População de Rua, Pastoral de Rua de BH, Federação das Comunidades Quilombolas do Estado de Minas Gerais – N’Golo, Marcha Mundial das Mulheres, Movimento LGBT+, Fórum Nacional de Segurança Alimentar e Nutricional de Povos Tradicionais e Matriz Africana e Bordadeiras “Linha do Horizonte”, além de lideranças indígenas.

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MP 870

O Banquetaço é uma resposta à Medida Provisória 870, de 1º de janeiro de 2019, que ao revogar artigos da Lei Orgânica de Segurança Alimentar – Losan (Lei 11.346/2006), extinguiu o Consea da estrutura do Sistema Nacional de Segurança Alimentar e Nutricional (Sisan) do Governo Federal.

A MP 870/2019 recebeu 541 emendas até o último dia 11, data de encerramento para apresentação de alterações ao texto, que reestruturou os ministérios. Destas, mais de 200 são de autoria de senadores e deputados do Partido dos Trabalhadores.

O deputado Patrus Ananias apresentou 12 dessas emendas (Emendas 230 a 241) e a primeira delas defende a manutenção do Consea “Como instrumento do governo de articulação nesse tema que cresce cada vez mais em importância estratégica ante os desafios presentes e futuros para a segurança alimentar e nutricional dos brasileiros”.

A previsão é que a MPV 870 seja votada na Câmara dos Deputados no início de março.