MUDE O FUTURO DA MIGRAÇÃO: SEGURANÇA ALIMENTAR, DESENVOLVIMENTO RURAL

O deputado Patrus Ananias participou, na tarde desta segunda, 16/10, do Seminário Municipal de Segurança Alimentar e Nutricional na Prefeitura de Belo Horizonte.

Ele participou do painel “Mude o futuro da migração: investir na segurança alimentar e no desenvolvimento rural”, com a participação de Crispim Moreira, representante da Organização das Nações Unidas para a Alimentação e a Agricultura (FAO). Completando a mesa, a professora da UFMG Eliane Novato e a Secretária Municipal de Segurança Alimentar e Nutricional, Darklane Rodrigues Dias.

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Saúde em Bh: Encontro com o prefeito Alexandre Kalil

Hoje pela manhã o coordenador do escritório político do deputado Patrus Ananias, Marcos Helenio Pena, representou o deputado no café parlamentar oferecido pelo Prefeito Alexandre Kalil à bancada de Deputados Federais, com a presença do governador Fernando Pimentel.

A situação da área de Saúde da capital foi apresentada aos deputados pelo Secretário de Saúde junto de um portfólio de demandas na área para 2018.IMG-20171002-WA0036 IMG-20171002-WA0035

CONTRA A VENDA DA CEMIG: SEGUIMOS NA LUTA

 

Parecer do deputado Rubens Pereira Júnior (PCdoB/MA), apresentado nesta manhã, recomenda à Comissão de Constituição e Justiça da Câmara que aprove projeto do deputado Patrus Ananias contra o leilão das usinas da Cemig.

O leilão foi realizado hoje e as usinas foram arrematadas por empresas da China, da França e da Itália. Mas o presidente da CCJ, Rodrigo Pacheco (PMDB/MG), manteve em pauta o projeto de Patrus, destinado a impedir a venda das usinas, sob o argumento de que o resultado do leilão ainda não foi formalizado.

A proposta, então, foi discutida, mas não chegou a ser votada. A sessão da CCJ teve que ser suspensa por causa do início das atividades do plenário da Câmara. A votação do projeto de Patrus foi adiada para amanha.

Os movimentos sociais estão vivos e pulsantes

O deputado Patrus Ananias participou, junto do vereador Pedro Patrus, na manhã deste sábado, do Congresso Regional da Central dos Movimentos Populares.

Na análise de conjuntura, Patrus afirmou que as perdas ocorridas na ditadura foram recuperadas nos governos Lula e Dilma. O desmonte do país – exemplificado agora pela privatização da Eletrobrás e pelo leilão da Cemig – é uma questão que requer mobilização dos movimentos.

E os movimentos sociais estão vivos, pulsantes e ativos, algo que ele tem comprovado em suas agendas e viagens por Minas e pelo restante do Brasil.

Homenagem a Dom José Maria Pires, Dom Pelé

Hoje pela manhã, na Conferência Regional de Assistência Social e Capacita SUAS, em Belo Horizonte, o deputado Patrus homenageou Dom José Maria Pires, o Dom Pelé ou Dom Zumbi como era chamado carinhosamente, que morreu na noite de domingo na capital mineira.

Arcebispo emérito da Paraíba, Dom José Maria teve uma vida esplêndida dedicada ao povo brasileiro e especialmente aos mais pobres, vivendo intensamente as experiência das comunidades eclesiais de base, das pastorais sociais e da Teologia da Libertação. Assista no vídeo:

COMO PODEMOS REFLETIR SOBRE A QUESTÃO DA SOBERANIA NACIONAL?

-Patrus Ananias, em discurso na Assembleia Legislativa de Minas Gerais

O que é que nós queremos discutir e refletir com a sociedade brasileira nesta Frente Parlamentar Mista em Defesa da Soberania Nacional?

Sabemos que um país soberano é um país que, em primeiro lugar, preserva o seu território; em segundo lugar, preserva as riquezas do seu território – as águas, riquezas hídricas, riquezas minerais… E nós vinculamos também a soberania nacional à soberania popular.

Então, a nossa Frente tem também um caráter pedagógico. As pessoas perguntam: como é que vai ser essa Frente? Quando ela vai terminar?

Nós queremos que ela caminhe muitos anos. Nós queremos fazer em todos os estados do Brasil isto que estamos fazendo aqui hoje, em Minas Gerais, e queremos ir para o interior do Brasil, para as bases da nossa sociedade. Nós queremos debater a soberania nacional com a juventude brasileira, com as igrejas, com as universidades.
Nós queremos discutir nas assembleias legislativas, mas também nas câmaras municipais, nos movimentos sociais, nos sindicatos.

Nós queremos discutir a soberania nacional, vale dizer, o Brasil que nós queremos. Qual Brasil nós queremos legar para as gerações futuras. Esse é o debate que se coloca hoje.

E duas questões se colocam para a consciência brasileira no momento que vivemos. De um lado, estamos assistindo a uma operação desmonte dos direitos e conquistas sociais que tivemos no país, com base na Constituição cidadã de 5 de outubro de 1988 – direitos que foram consolidados e ampliados nos últimos anos, nos governos do presidente Lula e da presidenta Dilma, direitos relacionados com os pobres.
Estamos falando aqui do programa Bolsa Família. Estamos falando aqui do programa Luz para Todos, que tornou o Brasil um país iluminado; do programa Minha Casa, Minha Vida; dos vigorosos programas de apoio à agricultura familiar; de programas que retiraram 40 milhões de pessoas da pobreza e retiraram o Brasil do Mapa da Fome.

Esses direitos e conquistas sociais tem a ver com a soberania nacional, com a independência do Brasil. Um país independente é um país que garante a independência do seu povo. Que garante que seu povo tenha acesso aos bens e serviços básicos da vida; tenha acesso aos direitos sociais fundamentais, que constituem os direitos e deveres da nacionalidade, os direitos e deveres da cidadania e, no limite, constituem a dignidade da pessoa humana.

O valor maior que nós temos na sociedade, o valor em torno do qual nós nos coesionamos, é a vida, o direito à vida nas suas múltiplas e misteriosas manifestações, mas com um selo especial, uma marca maior, a vida humana.

Então, nós temos que nos mobilizar para preservar e promover a vida, asssegurando os direitos fundamentais que promovem essa vida: o bem comum, a justiça social, uma vida em que as pessoas possam expandir as suas possibilidades.

Daqui a 5 anos, a partir do próximo 7 de setembro, nós estaremos celebrando os 200 anos da independência do Brasil. Como nós queremos celebrar esse bicentenário da independência do Brasil? Que país queremos para nós, para os nossos filhos, os nossos netos e para os netos dos nossos netos, para as gerações vindouras? Que Brasil nós queremos?

Hoje há, por exemplo, uma discussão relacionada com o problema da privatização. Sejamos claros: nós não somos contra o setor privado, a livre iniciativa, a economia de mercado; mas nós queremos que o direito de propriedade, a livre iniciativa e a economia de mercado estejam, senão subordinadas, pelo menos adequadas às exigências superiores do direito à vida, do bem comum, do interesse público, da justiça social, do projeto nacional.

Todas as forças devem convergir para construirmos esse projeto de nação. Josué (Gomes da Silva) lembrava aqui a importância de restabelecermos no país um clima de diálogo, de respeito às posições contrárias – um país mais construtivo e não marcado pela intolerância, pelo sectarismo.

Esse é o desafio.

Quando nós discutimos a questão do setor privado, é importante termos em mente que o setor privado gera empregos, incorpora novas tecnologias, tem o seu papel no processo de desenvolvimento do nosso país. Mas é importante o Estado, o Estado Democrático de Direito, o Estado controlado pela sociedade, o Estado transparente que presta contas, para garantir às pessoas os bens e os serviços que não passam pelo espaço do lucro. Existem determinados bens que são fundamentais para promover o bem comum – e aí é que entra o papel do Estado.

A questão, por exemplo, da eletricidade, da energia elétrica, da nossa Cemig e da Eletrobras, que possibilitaram o programa Luz para Todos. A energia elétrica vai além da mera questão do lucro. É uma questão que diz respeito à soberania nacional, ao desenvolvimento econômico e também ao desenvolvimento social, ao desenvolvimento ambiental do nosso país.

É esse o debate que nós queremos fazer. Não queremos impor verdades. Queremos dialogar com a sociedade brasileira sobre os melhores caminhos para construirmos a pátria que nós queremos e merecemos.

Quando me perguntam: Patrus, o que é soberania nacional? Eu falo: soberano é o país que cuida do seu território, cuida das suas riquezas e cuida, sobretudo, da sua gente.

Lançamento da Frente Parlamentar em Defesa da Soberania Nacional em MG

Na próxima segunda-feira, 28/08, às 15h30, acontece o Lançamento da Frente Parlamentar Mista em Defesa da Soberania Nacional em MG, inaugurando o novo auditório da Assembléia Legislativa de Minas Gerais.

Guarde na sua agenda!

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Ações sociais: direito a uma vida digna e plena

O deputado Patrus Ananias ressaltou, durante solenidade comemorativa dos 30 anos da Pastoral de Rua da Arquidiocese de Belo Horizonte, que as ações sociais desenvolvidas ao longo se sua vida pública visam proporcionar o direito a uma vida mais digna e plena a todas as pessoas, sem exceção, cumprindo o que é preconizado no evangelho.

Criada em 1987, por meio da Fraternidade das Oblatas de São Bento, a Pastoral de Rua trabalha com o direito de convivência solidária nas ruas, viadutos e “lixões”, estimulando a redescoberta da autoestima e da dignidade do povo da rua. A homenagem foi uma iniciativa do vereador Pedro Patrus (PT). A homenagem foi realizada na noite desta quinta-feira, 18, na Câmara Municipal.

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Homenagem à Pastoral de Rua da Arquidiocese de BH na Câmara Municipal

Ontem estive junto do vereador Pedro Patrus e do deputado estadual André Quintão para conceder o Diploma de Honra ao Mérito para a Pastoral de Rua da Arquidiocese de Belo Horizonte, em reconhecimento ao seu belo e impactante trabalho que enche nossa alma de esperança e ânimo para lutar por mais direitos e mais conquistas sociais, a qualquer tempo!

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Plenária do #MandatoPatrus em BH – Julho de 2017

A Plenária do #MandatoPatrus aconteceu no último sábado na Escola Sindical 07 de Outubro, em Belo Horizonte. Foi momento de rever amigos apoiadores, pensar em conjunto, debater a situação atual e as perspectivas para o próximo ano, entendendo mais a fundo o que nos levou ao Golpe e quais os caminhos para barrar as falsas “reformas” em votação, sendo votadas literalmente a toque de caixa.

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Momento de reflexão, de luta e de ganhar forças para o presente e para os enfrentamentos futuros. É na força desses encontros que se faz um mandato participativo e popular!

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