Patrus e Leninha participam de reunião preparatória das Comunidades Eclesiais de Base

Acredito que o primeiro passo para enfrentar a atual conjuntura política, desafiadora, é o que estamos fazendo hoje: nos reunir nas igrejas, nos grupos ecumênicos, nas comunidades eclesiais de base, nos grupos de Fé e Política, nos espaços familiares, nos locais de trabalho e moradia.

Temos que cumprir um papel pedagógico, conversar com as pessoas, mostrar o que está acontecendo no Brasil. Mostrar quem está ganhando com a situação. Não é vontade de Deus. Precisamos colocar em prática os ensinamentos de Jesus e a doutrina social da Igreja.

Outro desafio é recuperar a dignidade da palavra “política”. Uma coisa é político corrupto, prepotente e ligado à milícia. Este, temos que combater. A palavra vem de “polis”, do grego. Político é aquele que se ocupa das questões da sua cidade, da sua região, do seu território, do sei estado, do seu país e, em sentido mais amplo, da humanidade, por meio da organização da vida coletiva.

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A reunião da Coordenação Estadual das CEB’s, realizada na Paróquia Nossa Senhora das Graças em Sete Lagoas (MG), no último sábado (16.03), contou com a participação da deputada estadual Leninha, do bispo da Diocese de Sete Lagoas, Dom Aloísio Vitral, e de representantes de 17 dioceses das 28 dioceses e arquidioceses mineiras (Guaxupé, Paracatu, Sete Lagoas, Mariana, Uberlândia, Almenara, Montes Claros, Belo Horizonte, Caratinga, Teófilo Otoni, Juiz de Fora, Governador Valadares, Oliveira, Luz, Janaúba, Campanha e Leopoldina).

O encontro teve início na sexta-feira (15) e terminou no domingo (17) e é a segunda e última fase preparatória para o Encontro Estadual das CEB’s, marcado para o período de 19 a 21 de julho, em Ipanema (MG)”

Patrus tem reunião com trabalhadores e dirigentes do Sindifes

As pessoas querem bons serviços públicos, boas políticas públicas. Isto pressupõe bons servidores públicos, servidores valorizados e dignamente remunerados. Darei atenção especial à Educação, que exige articulação com outras políticas. Para aprender tem que ter saúde, para ter saúde tem que ter alimentação de qualidade.

Em encontro com trabalhadores e trabalhadoras da educação e dirigentes do Sindicato dos Trabalhadores de Instituições de Ensino – Sindifes, na tarde de hoje, além da política educacional, falamos também sobre a questão da Justiça do Trabalho. Os direitos trabalhistas e previdenciários estão ameaçados pelo desmonte feito pelo governo federal.

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Em 1964, o golpe foi visível. Os tanques estavam nas ruas. Hoje o que vemos é um processo mais sutil, direcionado. E o golpe está sendo aprofundado pelas reformas trabalhista e da previdência.

DEFENDER A UNIVERSIDADE É DEFENDER A SOBERANIA BRASILEIRA

A soberania do Brasil está estreitamente vinculada à capacidade de produção de conhecimento, ao ensino de qualidade, público e gratuito. Com esta motivação, encontrei-me com a reitora da UFMG, professora Sandra Regina Goulart Almeida, nesta sexta-feira (15.03), para estreitar parceria e reiterar o compromisso do mandato com a defesa da universidade pública.

Compromisso que se materializa nos investimentos já feitos na UFMG, por meio de emendas parlamentares de minha autoria. Somente em 2019, foram encaminhadas emendas no valor de R$ 1 milhão e 320 mil, destinadas a obras de infraestrutura e fomento a ações de graduação, pós-graduação, ensino, pesquisa e extensão. Em 2018, os valores alcançaram R$ 400 mil, e no ano anterior, 2017, somaram R$ 650 mil.

As universidades públicas estão sendo duramente atingidas por medidas do governo federal, entre elas, o Decreto nº 9.725, de 12 de março de 2019, que extingue 21 mil funções comissionadas e gratificadas; e o Protocolo de Intenções para investigar supostos indícios de corrupção no MEC, assinado pelos ministros da Justiça e Segurança Pública, e Educação, em 14 de fevereiro. A chamada “Lava Jato da Educação”.

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O encontro contou com a participação do vereador de BH, Pedro Patrus, do vice-reitor, Alessandro Fernandes Moreira, e da diretora de Cooperação Institucional, Ana Flávia Machado.

Cáritas completa 30 anos em Minas Gerais

Ontem tive a alegria de participar da celebração dos 30 anos da Cáritas Regional Minas Gerais. A celebração veio ao encontro da experiência que vivenciei nesta semana na visita a Brumadinho, um dia da escuta. Dom Otacilio iniciou a homilia falando da importância da escuta: “Uma liderança da Cáritas não pode ser surda. Saber ouvir é um dom”, disse o religioso.

Lembrei-me de Dom Demétrio Valentin, ex-presidente da Cáritas Nacional e bispo emérito de Jales. Uma grande liderança com quem eu tive o prazer de conviver de forma mais intensa quando fui ministro do Desenvolvimento Social e Combate à Fome.

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Militantes da Cáritas fizeram referência a parceria exitosa, algumas iniciadas em nosso governo na Prefeitura de Belo Horizonte, 1992, que inaugurou programas sociais para população de rua e catadores e catadoras de material reciclável.

A Cáritas Regional Minas Gerais tem um papel fundamental na efetivação de diversas políticas públicas e no ano que celebramos 40 anos da Conferência de Puebla, marco da opção preferencial pelos pobres, nosso mandato reafirma nosso compromisso com a construção de uma sociedade mais justa, mais fraterna e pela defesa incansável dos direitos dos mais pobres e excluídos.

Crime da Vale em Brumadinho: Vale do Paraopeba é prioridade

Motivado por compreender melhor o processo que se instalou em Brumadinho, que começou bem antes do rompimento da Barragem da Mina do Feijão, em 25 de janeiro, e que se estende para um cenário de muitas lutas para assegurar os direitos básicos da população atingida, estive na cidade, onde tive a oportunidade de escutar moradores e lideranças.

Do bispo auxiliar da Arquidiocese de Belo Horizonte e referencial para o Vale do Paraopeba, Dom Vicente Ferreira, tomo emprestado a classificação de Brumadinho como uma metáfora da atual conjuntura, de local a global. Acrescento que o crime cometido pela Vale e o modelo implantado é a expansão de negócios sem limites. Não tenho dúvidas de que a questão política está subordinada à questão econômica.

O relato do Padre René Lopes, pároco da Igreja de São Judas Tadeu, destacou o esforço de integrantes da igreja e voluntários, religiosos e não religiosos, de diversas partes do país em dar conforto, apoio, alimentação e, em parceria com a PUC-MG, assistência jurídica às centenas de famílias atingidas. Este esforço já contabilizou 700 famílias atendidas espiritual e socialmente.

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Famílias como as da comunidade do Parque da Cachoeira, com metade das propriedades e muitas vidas arrastadas pela lama, que hoje têm na Igreja de São Judas Tadeu o referencial para seguir em frente. Neste local, a Arquidiocese de BH montou a central de distribuição de doações e alimentação.

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Encontrei velhos conhecidos, como o Seu Romeu, taxista em Belo Horizonte por décadas, e que escolheu viver ali, após se aposentar. O local que antes ficava sua casa, fruto do trabalho como motorista, abaixo de metros de lama, está marcado por um tronco retorcido.

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Solidarizei-me com o pai, Carlos Antônio, funcionário da Vale, que conseguiu se salvar, fugindo em disparada na camionete que dirigia, mas não pode levar consigo o filho, também funcionário da empresa.

A preocupação com o futuro econômico do município foi externada pelo secretário de obras, Alcimar Barcelos e como fiz nos momentos anteriores, momentos de escuta, afirmei o compromisso do mandato em somar esforços.

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Encerrei a visita no Acampamento Pátria Livre, do outro lado do Paraopeba e já em São Joaquim de Bicas. Cerca de 400 famílias, já foram mil, foram impactadas, já que a água do rio servia para irrigar a horta e para os animais.

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Com o rio morto a única opção foi buscar água em uma nascente que corta o terreno. E lá a questão é mais complexa pois uma exigência da empresa para prestar atendimento aos atingidos é mediante a apresentação de um comprovante de endereço. “Queremos ser reconhecidos como atingidos”, disse Cristiano, um dos dirigentes do movimento.

Percorri o acampamento, recentemente beneficiado pelo Programa de Segurança Alimentar (PSA), um plano emergencial resultado do diálogo entre o Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST), a Cáritas Brasileira Regional MG e a extinta Secretaria de Estado de Trabalho e Desenvolvimento Social de Minas Gerais (Sedese), com a entrega de kits horta, apicultura e pintainhas.

Com menos dois anos de implantação, o acampamento possui uma escola, que já contou com 300 alunos em 2018, oferece educação infantil completa, alfabetização para adultos, possui biblioteca, refeitório e um projeto de horta, hoje com futuro incerto. Inaugurada em maio do ano passado a escola conta com a parceria da Fundação Helena Antipoff para oferecer uma educação de qualidade.

Minha presença efetiva em Brumadinho se torna um compromisso, o Vale do Paraopeba se torna uma prioridade do mandato, pois o discurso que se anuncia, que assistimos se constituir, é o de preservação da empresa, o que é assustador, perante a tragédia humana e ambiental.

Não se sabe realmente quantas pessoas foram mortas. Encerro minha visita de compromisso em Brumadinho com a certeza de que nossa luta é pelos mais pobres, por aqueles que estão sendo expropriados de seu direito mais básico, o direito à vida.

Patrus homenageia Diva Moreira no Carnaval de BH

 

Patrus participou neste carnaval do desfile da Escola de Samba Raio de Sol, na terça-feira à noite, na avenida Afonso Pena. A homenageada da escola foi a cientista política e lutadora social Diva Moreira, de 62 anos, natural de Bocaiuva e uma das grandes referências de Belo Horizonte na luta pela liberdade racial e pela educação. A escola levou para o desfile o enredo “Uma vida, uma luta, um sonho de Dandara, um poema pela Educação”, louvando os 55 anos de militância política de Diva.

Além do desfile, Patrus teve a alegria de participar também do almoço oferecido aos bocaiuvenses na casa de dona Diva Moreira. A relação do deputado Patrus com Diva é histórica, na militância do Partido dos Trabalhadores e nas lutas pela Educação e pela Cultura.

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Banquetaço mobiliza sociedade contra extinção do CONSEA

BANQUETAÇO MOBILIZA SOCIEDADE CONTRA EXTINÇÃO DO CONSEA

O Banquetaço, ato contra a extinção do Conselho Nacional de Segurança Alimentar e Nutricional- Consea, foi realizado em diversas cidades brasileiras, com a participação de lideranças da agricultura familiar e da população. Em Brasília e Belo Horizonte teve a participação da população de rua.

No espaço central Rodoviária de Brasília, o ato teve também a presença da bancada do PT na Câmara, que luta para impedir que o atual governo desmonte as políticas públicas que asseguram a erradicação da pobreza no país.

Durante o evento, o deputado Patrus Ananias (PT-MG) – ministro nos governos Lula e Dilma que implantou o Bolsa Família e as politicas públicas que tiraram o Brasil do Mapa da Fome –, criticou o desmonte dessas políticas, iniciado no governo Temer, que levou o Brasil de volta ao Mapa da Fome. O deputado reafirmou que a continuidade desse desmonte pelo governo Bolsonaro, extinguindo agora o Consea, agravará ainda mais a pobreza no Brasil.

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Patrus lembrou que a construção das políticas públicas colocou o direito à alimentação na Constituição. “É tudo isso que o desgoverno Bolsonaro está destruindo, o desmonte dos direitos sociais no Brasil e o primeiro de todos os direitos, que é o direito à alimentação”, alerta Patrus.

O deputado apresentou emenda à Medida Provisória 870 para manter a estrutura do Consea no Ministério das Cidades.

Comida e arte no Banquetaço de BH

Em Belo Horizonte, o Banquetaço serviu 400 quilos de comida para centenas de pessoas, a maioria moradores de rua, debaixo do viaduto de Santa Tereza, na área central da cidade. Os alimentos foram doados por pequenos produtores da Região Metropolitana de Belo Horizonte. “Teve doação que veio de Pará de Minas”, explica Flávio Dornas, do Hotel Magnífico, e criador do movimento “Distrito Guaicurus”, que abre a conhecida zona boêmia da capital para o turismo e gastronomia.

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Foi por meio dessa articulação que “Jade”, nome fictício, do Coletivo das Lobas, movimento que busca assegurar os direitos das profissionais do sexo da Guaicurus, se juntou ao grupo de 20 mulheres que desde a última sexta-feira (22) se dedicou a preparar os alimentos. “Faço questão de estar presente e ajudar nos atos políticos. Temos que conhecer nossos direitos e nos associar a quem nos pode ajudar” disse.

O presidente do Consea-MG, Élido Bonomo, além de defender a continuidade do Consea Nacional, em sua fala, denunciou a liberação de pelo menos 50 agrotóxicos, desde o início do ano, alguns deles proibidos em diversos países.

Parlamentares do PT marcaram presença. “Com o ministro Patrus Ananias, tivemos o Programa Fome Zero, e conseguimos tirar o Brasil do Mapa da Fome e agora enfrentamos esse retrocesso. Lutar em defesa do Consea nacional e estaduais é lutar pela vida, pelo meio ambiente, pela dignidade humana”, declarou o deputado estadual André Quintão. Já o vereador Pedro Patrus prometeu resistência às medidas que vêm impondo perdas de direitos. Também presente, a deputada estadual Leninha.

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Sob o comando de MC Russo, o Banquetaço alimentou hoje pelo menos quatrocentas pessoas com comida de qualidade, sem agrotóxico. E este foi o tema para a criação de grafites pela Nação Hip-Hop. Mauricinho do Samba da Feira parou para apreciar. “Arte é cultura, está bonito e mandou a mensagem” disse. A programação cultural se estendeu pela tarde e contou ainda com apresentação de funk e de biodança.

Em BH, o Ato contou cm a participação do MST, Coletivo Manas, Movimento pela Soberania Popular na Mineração (MAM), Movimento dos Atingidos por Barragem (MAB), Movimento Nacional pela População de Rua, Pastoral de Rua de BH, Federação das Comunidades Quilombolas do Estado de Minas Gerais – N’Golo, Marcha Mundial das Mulheres, Movimento LGBT+, Fórum Nacional de Segurança Alimentar e Nutricional de Povos Tradicionais e Matriz Africana e Bordadeiras “Linha do Horizonte”, além de lideranças indígenas.

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MP 870

O Banquetaço é uma resposta à Medida Provisória 870, de 1º de janeiro de 2019, que ao revogar artigos da Lei Orgânica de Segurança Alimentar – Losan (Lei 11.346/2006), extinguiu o Consea da estrutura do Sistema Nacional de Segurança Alimentar e Nutricional (Sisan) do Governo Federal.

A MP 870/2019 recebeu 541 emendas até o último dia 11, data de encerramento para apresentação de alterações ao texto, que reestruturou os ministérios. Destas, mais de 200 são de autoria de senadores e deputados do Partido dos Trabalhadores.

O deputado Patrus Ananias apresentou 12 dessas emendas (Emendas 230 a 241) e a primeira delas defende a manutenção do Consea “Como instrumento do governo de articulação nesse tema que cresce cada vez mais em importância estratégica ante os desafios presentes e futuros para a segurança alimentar e nutricional dos brasileiros”.

A previsão é que a MPV 870 seja votada na Câmara dos Deputados no início de março.

Patrus no Encontro Estadual do Diálogo e Ação Petista

Rumo ao 7º Congresso Nacional do Partido dos Trabalhadores, no Encontro Estadual do Diálogo e Ação Petista, realizado no último sábado em Belo Horizonte, tive a chance de contribuir com alguns pontos para reflexão sobre a realidade política e social e sobre as estratégias para enfrentar o novo regime político que se materializa no (des) governo Bolsonaro.

Betao e Patrus

À mesa de debate, com companheiros de longa trajetória, o advogado Luiz Eduardo Greenhalgh, o deputado estadual Betão, Gilson Lírio, do Diálogo e Ação Petista, e Sumara de Oliveira, da Executiva Estadual do PT, relembrei o passado histórico de espoliações, a partir do pau-brasil até o minério de ferro, a ausência do Estado, a concentração brutal da terra e a política de exclusão social, características do processo civilizatório brasileiro.

 

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Temos que trabalhar a formação política, dialogar com os pobres, com os trabalhadores e trabalhadoras, desempregados, jovens; com as universidades, igrejas, movimentos sociais e classe média assalariada. Definir os limites do capital é fundamental e urgente em face de ações criminosas como a da Vale, crimes cometidos contra trabalhadores, contra a vida e contra o meio ambiente. O que realmente é importante para garantirmos o Estado Democrático de Direito?

A recente medida contra os movimentos sociais contida em correspondência enviada pelo ouvidor agrário nacional, coronel do Exército João Miguel Souza Aguiar Maia de Souza, aos superintendentes regionais do Incra, soma-se aos ataques à democracia.

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Mesa de abertura contou com a presença dos vereadores Pedro Patrus, presidente da Comissão de Direitos Humanos e Defesa do Consumidor da Câmara Municipal de Belo Horizonte, Arnaldo Godoy, presidente do PT-BH, Ivo José, Carlos Magno e Gilson do MST.

Patrus Ananias questiona o presidente da Vale

“Uma questão que ainda interpela nossos corações e mentes em face da frieza Vale é a empresa dizer que não sabe os motivos do ‘acidente’”.

A fala de Patrus Ananias, dita diretamente ao presidente da Vale, Fábio Schvartsman, em reunião da Comissão Externa da Câmara, questiona duramente a posição oficial da empresa sobre a tragédia em Brumadinho, diante de novas informações divulgadas pela imprensa de que a Vale havia feito estimativas de custos e mortos em um possível rompimento.

Patrus também questionou os “acertos e doações” que a Vale tem feito, sem a presença e a proteção do Estado Democrático de Direito, diretamente com as famílias atingidas e fragilizadas, diversas tendo perdido entes queridos e todos seus bens. E cobrou a Vale pela falta de solução continuada para as vítimas de Mariana.

Patrus no lançamento do Observatório da Democracia

Patrus participou do lançamento do Observatório da Democracia, resultado do esforço de sete fundações partidárias que vão acompanhar e avaliar as ações do atual governo.

O Observatório foi criado pelas fundações Perseu Abramo (PT), João Mangabeira (PSB), Lauro Campos (PSOL), Leonel Brizola-Alberto Pasqualini (PDT), Maurício Grabois (PCdoB), Da Ordem Social (PROS), 1º de Maio (Solidariedade).

Segundo seus presidentes, o Observatório da Democracia é o compromisso com a manutenção da soberania e da democracia no País, e será um espaço aberto para as vozes defensoras da democracia.

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Serão acompanhados os temas como Soberania, Infraestruturas, Produção e Inovação, e as Dimensões Sociais e Ambientais das práticas do governo Bolsonaro.

O portal do Observatório da Democracia tornará público os resultados do monitoramento.