Patrus Ananias: Vamos investigar Temer

#OTemerNãoCompensa #VamosInvestigar

O deputado Patrus Ananias marca posição ao lado dos 89% dos brasileiros que desejam investigar Temer, Moreira Franco e Eliseu Padilha com base nas diversas provas de crimes cometidos.22489695_1584129548318181_7280958138262790680_n 22540198_1584129611651508_1088642586598790422_n

Patrus em Sete Lagoas: um panorama do PT e Brasil

Terra, trabalho e liberdade.

Com este lema surgiu o PT, relembrou o deputado Patrus em evento realizado em Sete Lagoas na noite de quinta -feira, 6. No evento, Patrus traçou um amplo panorama desde o fim da ditadura até os dias atuais de Golpe:

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Na década de 80 começaram a emergir importantes movimentos sociais, antecedidos pela retomada dos movimentos rurais. Em 81, aconteceu o primeiro encontro das classes trabalhadoras, em SP. Em 92, o PT conquistou a prefeitura de bh.

O processo do fim da ditadura foi lento. O momento forte do PT foi a eleição do Lula em 2002, com participação de Patrus no governo – integrando o Bolsa Família com os CRAS, políticas de alimentação e diversos programas como o Minha Casa Minha Vida, Luz para Todos, uovas Universidades Públicas… O Brasil saiu do mapa da fome, diminuíram os retirantes do semi-árido por causa da seca.

Porém, agora é essencial reconhecer que perdemos muito e o momento é importante para se fazer um trabalho pedagógico de conversar com as pessoas sobre o que estamos vivendo.

É hora de começar a construir projeto de Brasil que queremos.

Se é para enfrentar a corrupção, a democracia participativa é a saída para construção de espaços onde a população possa exercer seus direitos de cidadania e direitos políticos.

A cidadania tem que ser exercida no dia a dia. A cada dois anos e muito pouco. Vamos promover encontros regionais em Minas. O governador Pimentel já está visitando todas regiões do estado. É o momentos de chamar a todos para discutir prioridades, em cada recanto do nosso país.

Patrus na Conferência do SUAS em Divinópolis

Na Conferência de Assistência Social realizada hoje em Divinópolis, o deputado Patrus Ananias expressou sua certeza: o povo brasileiro e os movimentos sociais estão cada vez mais ativos e motivados para lutar contra os retrocessos do governo golpista, como o fim do SUAS. Patrus foi demoradamente ovacionado pelos cerca de 500 participantes e contagiou a todos com sua participação na abertura do evento.

Os movimentos sociais estão vivos e pulsantes

O deputado Patrus Ananias participou, junto do vereador Pedro Patrus, na manhã deste sábado, do Congresso Regional da Central dos Movimentos Populares.

Na análise de conjuntura, Patrus afirmou que as perdas ocorridas na ditadura foram recuperadas nos governos Lula e Dilma. O desmonte do país – exemplificado agora pela privatização da Eletrobrás e pelo leilão da Cemig – é uma questão que requer mobilização dos movimentos.

E os movimentos sociais estão vivos, pulsantes e ativos, algo que ele tem comprovado em suas agendas e viagens por Minas e pelo restante do Brasil.

Na Faculdade de Direito da UFMG, em debate sobre a Reforma Política

O deputado Patrus Ananias participou na noite de ontem de debate sobre a reforma eleitoral, debatida atualmente no Congresso Nacional, com estudantes, professores, profissionais do Direto na Faculdade de Direito da UFMG.

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Patrus criticou a reforma debatida no Congresso por excluir a participação popular e estar vinculada só ao debate eleitoral. Para ele, a verdadeira reforma precisa fortalecer a representação política, estreitar os vínculos entre representantes e cidadãos, ampliar a participação popular e coibir o poder do dinheiro sobre as eleições:

“A verdadeira reforma política será feita com a presença e com o apoio do povo brasileiro. Reformar a política é expandir a participação popular!”

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Patrus em Imbé de Minas

Pela manhã, o deputado Patrus participou da posse de dirigentes do PT, em Imbé de Minas, microrregião de Caratinga.

O deputado ressaltou sua alegria de participar deste momento importante, onde as pessoas abrem mão da família para assumirem compromisso com a cidade, a vida, o bem comum.

Numa análise integrada, Patrus fez uma recapitulação histórica e política para situar os participantes sobre a realidade vivida no Brasil, falando da violência contra os pobres, a punição aos negros e índios, a concentração de terras em poucas mãos, mas também sobre as contribuições do Brasil para a cultura.

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Carta Capital: No Congresso, há sinais de resistência ao retrocesso

“Os rumos privatizantes, financistas e globalizantes do Brasil ainda podem ser revertidos no governo do impopular Michel Temer? Podem ser desbancados por um projeto po­lítico nacionalista, mais ligado à indústria e ao mercado interno, na sucessão de 2018?

O nascimento, em Brasília, de uma Frente Parlamentar em Defesa da Soberania Nacional mostra que há quem acredite ser possível refazer a rota. Desafios não faltam, no entanto.

A política é dominada pelos ricos e estes não têm motivos para se queixar de rumos. Boa parte da indústria tornou-se rentista, faz a festa no mundo das finanças sem fronteiras e arrancou de Temer uma reforma trabalhista barateadora do brasileiro. (…)

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O secretário-geral é o deputado Patrus Ananias, petista mineiro que nutre esperanças, mas não ilusões diante dos desafios. “Há uma parcela dos empresários com um sentimento nacionalista, mas é forçoso reconhecer que a maioria não tem”, diz.

“Para uma parcela ponderável da elite brasileira, nós somos gente inferior, bom é o que vem de fora.” Uma postura, comenta, com raízes históricas, mas agravada nos últimos tempos, graças aos superpoderes do “mercado”, dentro das fronteiras e fora delas.”

Leia completo: https://www.cartacapital.com.br/revista/968/no-congresso-ha-sinais-de-resistencia-ao-retrocesso

INDEPENDÊNCIA, PROCESSO EM CONSTRUÇÃO

Por Patrus Ananias, publicado no jornal O Globo em 05/09/17
 A Independência do Brasil formalizada em 7 de setembro de 1822 não está completa. Foi proclamada pelo príncipe herdeiro da Coroa portuguesa, que se tornou rei de Portugal, Dom Pedro IV, após abdicar do trono brasileiro.
O Brasil teve que pagar a Portugal uma indenização de 2 milhões de libras. Segundo o historiador Boris Fausto, a necessidade de compensar a antiga metrópole “deu origem ao primeiro empréstimo externo, contraído pelo Brasil em Londres”. Desde a vinda da família real, em 1808, o Brasil submeteu-se a acordos com a Inglaterra prejudiciais aos nossos interesses — acordos mantidos e ampliados após a Independência.
Enquanto, na política externa, nos submetíamos aos interesses ingleses, no plano interno não abríamos as portas da independência para milhões de brasileiros. Conservamos a escravidão, que considerava como coisas os nossos antepassados escravos e lhes fechava as portas da nacionalidade e da cidadania. Continuavam as chamadas “guerras defensivas” contra os índios igualmente marginalizados e excluídos da comunhão nacional.
A fortíssima concentração da terra, decorrente dos regimes das capitanias hereditárias e das sesmarias, impossibilita também às populações rurais não proprietárias, trabalhadores e posseiros, o exercício dos direitos e deveres da cidadania.
A escravidão estendeu-se às vésperas da Proclamação da República. A Lei Áurea não se desdobrou em reformas e políticas públicas que assegurassem aos antigos escravos e seus descendentes a efetiva integração na vida brasileira. Foram literalmente esquecidos!
Tivemos no século XIX um notável desenvolvimento na cultura, a partir de nossas raízes. Mas, embora os avanços nas artes, somou-se ao colonialismo econômico o colonialismo cultural, com a submissão de parte das nossas elites às dimensões menos anunciadoras da cultura europeia.
A República em nada alterou esse quadro. A estrutura agrária se manteve e vivemos o período áureo do coronelismo, das eleições fraudadas. Canudos, o Contestado e outras rebeliões urbanas e sertanejas exprimem, na sua tragédia brutal, a realidade social brasileira.
A Revolução de 1930 abriu novas possibilidades ao projeto nacional. O Estado ganha uma nova consistência. Surgem o Dasp (Departamento Administrativo do Serviço Público), a Petrobras, a Eletrobras, a Companhia Vale do Rio Doce.
O golpe de 1964 inclinou-se por maior aproximação e mesmo submissão aos interesses dos Estados Unidos. O governo Geisel retoma, ainda que de forma autoritária e meio enviesada, a política externa independente.
A Constituição de 1988 abre perspectivas ao processo de emancipação econômica e social do Brasil. Suas boas diretrizes encontraram guarida na política externa articulada com as políticas sociais para superação da fome e da miséria, implantadas a partir do início do governo Lula.
O golpe que levou Michel Temer ao poder iniciou um lamentável retrocesso na busca da independência do povo brasileiro. Pôs em curso o desmonte da soberania nacional e dos direitos sociais que asseguram a soberania popular.
Dentro de cinco anos celebraremos o bicentenário do início do nosso processo de independência. Que país queremos para nós e para as futuras gerações? Qual o nosso projeto para o Brasil?
Sete de setembro é sempre a data de rememorarmos o passado, celebrarmos o presente com todos os seus desafios e contradições e planejarmos o futuro na perspectiva do estado democrático de direito fundado nas liberdades públicas, no bem comum e na justiça social, vale dizer, nos direitos dos pobres e excluídos brasileiros a uma vida compatível com as exigências da dignidade da pessoa humana.

Link: http://noblat.oglobo.globo.com/geral/noticia/2017/09/independencia-processo-em-construcao.html

Querem liquidar o Brasil

Amigas e amigos,

Compartilho aqui meu artigo mais recente publicado no portal de Carta Capital:

“Temos lido e ouvido, nos últimos dias, que o governo Temer prepara uma onda de privatizações. Mas o que o governo, seus patrocinadores e aliados mantêm em curso há um ano é muito mais do que uma onda privatizante – e é muito pior para o Brasil e o povo brasileiro. Trata-se do mais sôfrego, voraz e despudorado processo de privatismo e de entreguismo a que nosso país foi submetido por qualquer governo em sua história republicana.

Apenas na quarta-feira, 23 de agosto, o conselho do que o governo chama de Programa de Parcerias de Investimento, chefiado pelo presidente da República, decidiu privatizar 57 empresas e projetos. Sob o pretexto de melhorar as contas públicas e estimular a economia, está e pretende continuar leiloando o Brasil a preço baixíssimo para os compradores – os capitalistas estrangeiros – e destruindo, acima de tudo, a soberania nacional.

O que já fizeram e o que ameaçam fazer, incluído o congelamento dos investimentos públicos por 20 anos e o desmonte dos direitos sociais e trabalhistas, é uma liquidação geral de bens e de serviços públicos e ainda do pouco que restava da indústria nacional.

Para resistir a esse processo instalamos em junho, no Congresso, a Frente Parlamentar Mista em Defesa da Soberania Nacional, sob a presidência do senador Roberto Requião (PMDB-PR). E começamos agora, por Minas Gerais, uma série de eventos de lançamento da Frente nos estados.

Fique claro: nós não somos contra o setor privado, a livre iniciativa, a economia de mercado. O setor privado gera empregos, incorpora novas tecnologias, tem papel relevante a desempenhar no processo de desenvolvimento do País. Mas nós queremos que o direito de propriedade, a livre iniciativa e a economia de mercado estejam, senão subordinadas, pelo menos adequadas às exigências superiores do direito à vida, do bem comum, do interesse público, da justiça social, do projeto nacional. Então, é fundamental o Estado, o Estado Democrático de Direito, o Estado controlado pela sociedade, o Estado transparente, que presta contas, para garantir às pessoas os bens e os serviços que não passam pelo espaço do lucro.

É esse o debate que queremos fazer neste momento em que setores entreguistas se mobilizaram com agenda e sanha devastadoras ao país.

Eles já destruíram a cadeia de petróleo e gás, provocando, para o país, a perda de grandes investimentos e de milhares de empregos diretos e indiretos. Estão vendendo o pré-sal e gasodutos e refinarias e outros ativos da Petrobrás, a preço de banana, para concorrentes estrangeiras.

Estão esvaziando e desprotegendo a indústria nacional. Só na indústria naval foram fechados mais de 50 mil empregos porque os vendedores do Brasil acabaram com a política de conteúdo local que estimulava nossa produção.

Querem vender as usinas da Eletrobras e da Cemig e mudar o marco regulatório do setor elétrico para escancará-lo ao capital estrangeiro – precisamente o contrário do que estão fazendo os países europeus em defesa da segurança nacional.

Os entreguistas vão abrir aos estrangeiros a exploração do minério. O governo já convidou mineradoras estrangeiras a participarem de futuros leilões de reservas minerais. E três medidas provisórias acumuladas no Congresso – 789, 790 e 791 – beneficiam a exploração mineral em prejuízo das comunidades que moram em seus territórios, sem compromisso com o meio ambiente e a preservação do solo, das águas, do ar, dos ecossistemas. Nesse rumo extinguiram por decreto a Reserva Nacional do Cobre e Associados (Renca), área amazônica de mais de 4 milhões de hectares, rica em ouro e outros minerais. A denúncia nacional e internacional desse escândalo talvez os leve a recuar. Mas insistirão.

Insaciáveis, eles se movimentam também para acabar com qualquer limite à venda de terras para estrangeiros. Isso implicará entregar a imensa riqueza natural do nosso Brasil, que detém 13% da água doce do planeta e quase 22% da biodiversidade mundial.

Nos opomos a esse plano de liquidação do Brasil. Não pretendemos impor verdades, mas dialogar com a sociedade brasileira sobre os melhores caminhos para construirmos a pátria que nós queremos e merecemos.”

Disponível em: https://www.cartacapital.com.br/politica/querem-liquidar-o-brasil

TAGS: Privatizações, Eletrobrás, Cemig, Minério, RENCA, Estado Democrático,

Lançamento da Frente Parlamentar em Defesa da Soberania Nacional em MG

Na próxima segunda-feira, 28/08, às 15h30, acontece o Lançamento da Frente Parlamentar Mista em Defesa da Soberania Nacional em MG, inaugurando o novo auditório da Assembléia Legislativa de Minas Gerais.

Guarde na sua agenda!

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TAGS: Assembleia Legislativa de Minas Gerais, Belo Horizonte, Soberania Nacional, Roberto Requião, Lançamento