PATRUS VISITA O RESTAURANTE POPULAR DO BARREIRO

Garantir a segurança alimentar à maioria da população sempre foi um dos preceitos de Patrus, na Prefeitura de Belo Horizonte ou à frente do Ministério de Desenvolvimento Social e Combate à Fome. Por isso, foi com alegria que Patrus visitou nesta segunda o Restaurante Popular do Barreiro, fruto de um programa consolidado, iniciado há 25 anos quando era prefeito e que colocou Belo Horizonte na rota do combate à fome e na luta por maior dignidade à população mais carente.

Patrus almoçou no Restaurante Popular do Barreiro com a secretária municipal de Assistência Social, Segurança Alimentar e Cidadania, Maíra Pinto Colares, e com a subsecretária de Segurança Alimentar e Nutricional, Darklane Rodrigues. Além de visitar a cozinha, Patrus também esteve na sala de leitura do Restaurante, reinaugurada neste ano, que coloca para os frequentadores mais de mil exemplares disponíveis para leitura no local ou empréstimo gratuito.

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Os restaurantes populares, que chegam a quase 100 em todo o país, foram fortalecidos com Patrus no Ministério de Desenvolvimento Social e Combate à Fome. Eles representam a valorização da pessoa humana, com a oferta de dignidade e de refeições adequadas. A luta diária é construir um país no qual todas as pessoas tenham as mesmas chances diante da vida. A alimentação SAUDÁVEL E ADEQUADA É PRIMORDIAL para chegarmos a esse objetivo.

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Patrus comanda campanha de mobilização por #LulaLivre na Praça Sete

Amigo de Lula há mais de 40 anos e, durante seis anos, ministro do Governo Lula para o Desenvolvimento Social e o Combate à Fome, Patrus comandou ontem na Praça Sete, centro de BH, mais uma tarde da campanha de mobilização popular pela libertação de Lula.

Foram mais de duas horas de abraços, de distribuição de panfletos, de conversas e de fotografias com eleitoras e eleitores de diferentes regiões da cidade. Estudantes, servidoras e servidores públicos, comerciários e comerciárias, bancárias e bancários, profissionais liberais, trabalhadoras e trabalhadores aposentados, funcionários municipais que participaram do Governo Patrus (93/96), entre outras pessoas, estiveram com Patrus e também aderiram, na Tenda da Democracia, o abaixo-assinado por Lula Livre.

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Patrus distribuiu a mais recente publicação de seu mandato – em apoio a Lula – e cópias do histórico discurso que pronunciou na Câmara denunciando a prisão política de Lula.

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Livro internacional exalta combate à fome no Governo Patrus

O Governo Patrus, iniciado há 25 anos, continua vivo na memória do povo de Belo Horizonte – e além dela também. Prova disto, chega às livrarias em agosto o primeiro livro do experiente pesquisador norte-americano Michael Jahi Chappell que, ao analisar as experiências já praticadas contra a fome em todo o planeta, exalta o exemplo que o governo liderado por Patrus desenvolveu a partir de 1993.

Editado pela Universidade da Califórnia Press, vendido até agora apenas pela internet e ainda sem tradução para o Português, o livro se chama Começando a acabar com a fome – Alimentos e o meio ambiente em Belo Horizonte, Brasil, e além (Beginning to end hungerFood and the environment in Belo Horizonte, Brazil, and beyond).

M. Jahi Chappell, especialista em agroecologia e em segurança alimentar, destaca e detalha a experiência da capital mineira para demonstrar que é possível construir, mesmo no capitalismo, um sistema alimentar mais justo e sustentável. Ele observa que a política executada pela Prefeitura de Belo Horizonte foi diferente das abordagens tradicionais do combate à fome porque “focou particularmente” em garantir acesso à alimentação, em vez de enfatizar excessivamente a produção.

“Concentrar-se em quanto alimento é produzido e em como podemos produzir mais é, na maioria dos casos, o foco errado”, afirma o pesquisador.

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O estudo lembra que o Governo Patrus criou a Secretaria de Abastecimento, chamada no atual governo de Secretaria de Segurança Alimentar e Nutricional, e que sua política produziu resultados excepcionais. Chappell cita exemplos:

- redução de 60% na hospitalização infantil devida à desnutrição e nas taxas de mortalidade infantil para menores de 5 anos;

- a mortalidade infantil em bebês com menos de um ano caiu mais de 70%.

- nos primeiros quatro anos, uma das áreas mais pobres da cidade viu a mortalidade infantil cair drasticamente de 66,8 para 26,3 por mil nascidos vivos, alinhando-a com o resto da cidade.

De acordo com Chapell, “os programas de Belo Horizonte redefiniram os padrões nacionais e internacionais para instituições que regem o direito à alimentação”.

O pesquisador cita o Restaurante Popular, que Patrus encontrou fechado há seis anos e reabriu em 1994, como um dos aspectos mais visíveis e populares da estratégia alimentar de Belo Horizonte. E acentua também o que chama de empoderamento de produtores e consumidores de alimentos.

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O apoio à agricultura urbana e aos produtores rurais do entorno de BH, lembra o estudo, aumentaram a disponibilidade de alimentos frescos e saudáveis e, onde foi criada uma relação direta com os agricultores, os intermediários foram cortados, melhorando a renda agrícola e reduzindo o preço dos alimentos na cidade.

M. Jahi Chappell é PhD em Ecologia e Biologia Evolutiva pela Universidade de Michigan. Trabalhou em universidades dos Estados Unidos e do Canadá. De 2012 a 2013, atuou como diretor associado do Centro de Pesquisa Social e Ambiental da WSU Vancouver. Em 2013, passou a atuar como diretor de Agroecologia e Política Agrícola e, em seguida, cientista sênior de uma ONG, o Instituto de Política Agrícola e Comercial, quando encabeçou uma carta aberta ao Secretário-Geral da FAO que ajudou a solidificar o compromisso da instituição com a agroecologia. Foi consultor da Vía Campesina, da FAO e do World Future Council.

 

Sobre o PT na eleição de BH

Agradeço muito as manifestações de solidariedade e carinho que recebi neste início de semana pelo Facebook e também por telefone desde que foi levantada a hipótese de lançamento de minha pré-candidatura à Prefeitura de Belo Horizonte pelo PT. É uma questão que está sendo discutida democraticamente dentro do partido e é uma construção.

A convenção do PSB não manteve o acordo firmado anteriormente com o PT para composição da chapa proporcional em Belo Horizonte e fizeram opção por atender ao pleito do PSDB. Ainda falta uma posição definitiva do PSB, o que deve acontecer até nesta terça-feira. Mas, se mantiver a posição, de fato não haverá acordo e o PT vai sair com candidatura própria.

É nesse contexto que meu nome está sendo colocado como pré-candidato a prefeito de Belo Horizonte, a partir de manifestações de lideranças municipais, estaduais, nacionais, e militantes do PT e dos movimentos sociais. Mas existem também questões que considero importantes, antes de qualquer definição do partido. Primeiro, é fundamental que seja um processo democrático, consensual ou amplamente majoritário no partido. Tem que haver  uma composição política com o vice-prefeito e presidente do diretório municipal, companheiro Roberto Carvalho, que tem desempenhado um papel importante no processo da discussão da candidatura própria do PT, ele próprio pré-candidato.

O PT deve sair unido ou em torno de uma ampla maioria que aponte na perspectiva do consenso. E que essa união seja fortalecida por uma articulação que envolva também a direção estadual e nacional do partido. É fundamental uma coesão do PT, articulando as questões de Belo Horizonte com as questões de Minas e do Brasil, evidenciando a importância política da capital mineira no cenário nacional.