Patrus comanda campanha de mobilização por #LulaLivre na Praça Sete

Amigo de Lula há mais de 40 anos e, durante seis anos, ministro do Governo Lula para o Desenvolvimento Social e o Combate à Fome, Patrus comandou ontem na Praça Sete, centro de BH, mais uma tarde da campanha de mobilização popular pela libertação de Lula.

Foram mais de duas horas de abraços, de distribuição de panfletos, de conversas e de fotografias com eleitoras e eleitores de diferentes regiões da cidade. Estudantes, servidoras e servidores públicos, comerciários e comerciárias, bancárias e bancários, profissionais liberais, trabalhadoras e trabalhadores aposentados, funcionários municipais que participaram do Governo Patrus (93/96), entre outras pessoas, estiveram com Patrus e também aderiram, na Tenda da Democracia, o abaixo-assinado por Lula Livre.

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Patrus distribuiu a mais recente publicação de seu mandato – em apoio a Lula – e cópias do histórico discurso que pronunciou na Câmara denunciando a prisão política de Lula.

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Patrus e Maria do Carmo contra a venda do voto e a omissão nas eleições

Em pré-campanha no bairro Jardim Teresópolis, em Betim, Patrus e Maria do Carmo conclamaram seus apoiadores a se mobilizarem contra a venda do voto e contra a omissão dos eleitores.

“Digam às pessoas que não vendam seu voto”, recomendou Maria do Carmo, pré-candidata do PT a deputada estadual. “Temos que dizer às pessoas que não votar, votar branco ou votar nulo é votar a favor dos piores”, afirmou Patrus, pré candidato à reeleição para a Câmara dos Deputados.

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A reunião no Jardim Teresópolis, na noite de segunda-feira, teve a presença de dezenas de moradoras e moradores, inclusive de outros bairros de Betim, e foi organizada pela militante petista Paula Neres.

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Patrus em entrevista: “A saída é fortalecer os movimentos populares”

“Na semana em que começa a Caravana Semiárido contra a Fome, organizada pela Articulação do Semiárido Brasileiro (ASA), Patrus concedeu uma entrevista exclusiva ao Brasil de Fato, na qual fala do recém-divulgado dado de crescimento da pobreza extrema depois do golpe de estado de 2016, as razões e as saídas para essa triste realidade.”

Entrevista completa em: https://www.brasildefato.com.br/2018/07/30/patrus-ananias-a-saida-e-fortalecer-os-movimentos-populares/

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A Marília Campos, toda minha solidariedade e apoio

A escalada de intolerância que nossos adversários políticos vêm protagonizando em Belo Horizonte, em Minas, no Brasil, ATINGIU ONTEM nossa amiga e combativa deputada estadual Marilia Campos.

Ela foi agredida durante panfletagem na Praça Sete em defesa da liberdade do presidente Lula. Meu TOTAL APOIO e minha INTEGRAL SOLIDARIEDADE A MARÍLIA E AOS MILITANTES PETISTAS que tem ocupado espaços para denunciar a prisão política e injusta de Lula.

SIGAMOS NAS RUAS!!
Por Lula Livre e pela democracia!

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A democratização da comunicação é um eixo da democracia

Faz hoje dois anos que uma vergonhosa sessão da Câmara dos deputados afastou Dilma da Presidência e abriu espaço para o desmonte dos direitos sociais, das garantias trabalhistas e dos investimentos que chegaram a fazer do Brasil uma potência mundial.

Parte essencial da democracia é a comunicação. E a solidez da democracia só se alcança com a democratização dos próprios meios de comunicação.

Sempre defendemos a liberdade de imprensa, desde a ditadura, quando vários veículos de comunicação se aliaram aos ditadores e à censura que vinha do poder. Mas não é possível que 4 ou 5 famílias controlem a comunicação no Brasil, muitas vezes associadas aos anunciantes. Democratização dos meios significa vozes diversas sendo ouvidas, debates mais amplos, melhores análises e a realidade dos fatos, sem as distorções que interessam aos que hoje controlam a comunicação no Brasil.

A IMPRENSA E O ÓDIO CRIMINOSO: uma polarização arquitetada

por Patrus Ananias

Nos últimos anos, temos acompanhado no Brasil duas grandes ações bastante explícitas: o incentivo à polarização política/social e a guerra midiática e jurídica contra o presidente Lula. Tais ações se confundem por diversas vezes, gerando efeitos ainda mais perversos do que o esperado. No último fim de semana, chegaram ao ponto de cometer um crime nas páginas de uma revista semanal – o artigo “Lula deve morrer” tem em seu título uma incitação ao crime, artigo 286 do Código Penal Brasileiro. Seu autor e a revista na qual foi publicado serão devidamente processados pelo ato criminoso declarado.

Desde os tempos da ditadura, quando lutávamos pela liberdade de expressão e de imprensa, sabíamos que essa luta nem sempre era acompanhada pelos próprios veículos da chamada “imprensa tradicional”, os quais muitas vezes tinham seus interesses alinhados com os ditadores no poder. Mais uma vez, a imprensa demonstra nesse episódio de que lado está e de que forma se comporta.

A exploração da polarização na sociedade brasileira e a guerra aberta contra Lula chegaram ao nível de permitir uma incitação ao crime estampada nas páginas de uma revista semanal. Ao longo deste processo, a fragilização da sociedade vêm permitindo que roubos de direitos e do patrimônio brasileiro aconteçam semanalmente.

Somente com a reunião e com a coragem das pessoas de boa vontade, dos que acreditam em um projeto de desigualdade e progresso para o Brasil, podemos nos levantar contra a destruição social que se espalha e que toma inclusive a forma de uma ameaça criminosa contra um ex-presidente.

(vídeo) O lançamento da Frente Parlamentar em Defesa da Soberania em MG

No Facebook da Assembleia Legislativa de Minas Gerais você assiste ao vídeo do lançamento da Frente Parlamentar Mista em Defesa da Soberania Nacional em Minas Gerais, na inauguração do auditório José Alencar:

https://m.facebook.com/story.php?story_fbid=1582003261874556&id=115931765148387

 

 

 

A Folha errou e persistiu no erro

Paula Cesarino Costa, ombudsman da Folha de S. Paulo

FUNDADO EM 1983, o instituto de pesquisas Datafolha, pertencente ao Grupo Folha, acumulou um patrimônio de qualidade técnica, arrojo de abordagem e interpretação de dados isenta. Sua credibilidade foi construída em trabalho conjunto com a Redação. Introjetou-se de tal forma no jornal que uma crítica antiga à Folha é a de ser um jornal “data-dependente”.
Dito isso, é preciso reconhecer que a semana que passou foi amarga para o Datafolha e para a Folha.
Desde que assumi o mandato, nenhum assunto mobilizou tanto os leitores. Do total de mensagens recebidas desde quarta-feira, 62% foram críticas e acusações ao jornal.
Variavam de fraude jornalística e manipulação de resultados a pura e simples má-fé, passando por sonegação de informação e interpretação tendenciosa.
A questão central está na acusação de o jornal ter omitido, deliberadamente, que a maioria dos entrevistados (62%) pelo Datafolha se disseram favoráveis a novas eleições presidenciais, em cenário provocado pela renúncia de Dilma Rousseff e Michel Temer. Continuar lendo