Dia 04/09: Lançamento da Frente Parlamentar Mista em Defesa da Soberania Nacional

Nós temos um compromisso marcado para a próxima quarta-feira, dia 04 de setembro.

Nós, que estamos comprometidos com o desenvolvimento nacional. Que nos preocupamos em defender as riquezas do país. Nós, que defendemos a inclusão de todos brasileiros. Que respeitamos a democracia, a liberdade e os direitos do nosso povo.

Nós, que defendemos o país não apenas nas palavras, mas com ações, estamos todos convidados para o lançamento da Frente Parlamentar Mista em Defesa da Soberania Nacional.

 

Lançamento da Chapa nacional do PT

Integrante da chapa LULA LIVRE PARA MUDAR O BRASIL, a deputada federal Gleisi Hofmann lançou em BH sua candidatura à presidência do PT para o mandato 2020/2024. Atual presidenta do partido, ela recebeu o apoio de importantes lideranças nacionais e estaduais.

O deputado Patrus Ananias reafirmou seu apoio e solidariedade à candidatura de Gleisi Hofmann. “Pelo trabalho esplêndido que ela tem feito no país, lutando pelos princípios que nortearam o PT e sempre trazendo a presença fundamental para nós do presidente Lula”.

Visita ao Instituto Educacional São João Batista, beneficiado com emenda do deputado Patrus

Visitei o Instituto Educacional São João Batista no bairro Pompéia em Belo Horizonte, onde tive a oportunidade de reencontrar pessoas amigas e queridas. Fiquei muito sensibilizado e feliz com o belo trabalho feito, com o carinho que as crianças são tratadas pelas professoras e pelas irmãs batistinas.

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Fundado em 1942, especializado em educação infantil, o Instituto atende 360 crianças em regime integral. Há três anos foi criado o Serviço de Convivência e Proteção de Vínculos, que oferece oficinas de grafite e dança, além de atividades formativas com abordagens sobre diversidade e Estatuto da Criança e do Adolescente.
O Serviço oferece 30 vagas para crianças e adolescentes de famílias que estão na rede de proteção social do município e sua continuidade foi assegurada por meio de emenda parlamentar, de minha autoria, no valor de R$ 100 mil. Estou comprometido com este trabalho e pretendo ampliar a parceria.
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Patrus sobre as privatizações: “vejo com muita reserva”

Em entrevista ao canal MyNews, Patrus registrou que as privatizações propostas pelo desgoverno federal não servem ao Brasil, pois elas enfraquecem o país.

Patrus aproveitou também para deixar BEM CLARO quem realmente se beneficia dessa estratégia de desmonte do Estado brasileiro e de desconstituição das políticas públicas e sociais.

Soberania é também pensar que país nós queremos para o futuro

Tenho usado muito a expressão desenvolvimento ambiental. Faço isso para mostrar como é limitada a ideia que preservação e progresso são coisas opostas. Não são. As riquezas do nosso país podem, sim, estar a serviço do nosso crescimento.

O que precisamos, no entanto, é defender modelos de desenvolvimento que não destruam nosso meio ambiente nem comprometam nossa própria sobrevivência diante dos desafios climáticos que o planeta enfrenta. Modelos que respeitem e dêem valor às características e necessidades de cada região.

E para isso é precido defender mais. Defender nossa cultura, nosso teatro, nosso cinema. Assim como a natureza, a nossa arte também é uma riqueza da qual não podemos abrir mão, porque com ela crescemos maiores e mais fortes como nação.

Patrus anuncia frente pela soberania para debater que país queremos para as futuras gerações

Em entrevista ao Programa Ponto a Ponto, da página do Facebook PT na Câmara, na quinta-feira (22/08), o deputado Patrus Ananias (PT-MG) anunciou o relançamento da Frente Parlamentar Mista em Defesa da Soberania Nacional, no dia 4 de setembro, na Câmara dos Deputados, para “mobilizar a sociedade brasileira no debate amplo, democrático e plural sobre o país que nós queremos e o país que nós queremos deixar para as gerações futuras”.

“Quando nós falamos de soberania, nós estamos pensando primeiro em preservar e ampliar essa independência do Brasil, preservar o nosso território, nossas riquezas, nossos recursos naturais, a água, um bem fundamental”, explicou o deputado, que é secretário-geral da Frente.

Patrus chamou a atenção para a privatização do patrimônio do povo brasileiro, destacando a venda da Eletrobras, já anunciada pelo atual governo, e que “aponta na perspectiva de privatização das águas”.

“Preservar as nossas riquezas, do solo e do subsolo, garantir esse patrimônio para as gerações presentes e futuras, é a defesa que a frente vai levar para todo Brasil”, afirmou o deputado.

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Patrus criticou a entrega da Petrobras, “uma empresa nacional, que é orgulho do povo brasileiro, exatamente no momento em que estamos nos tornando autossuficientes, com o pré-sal, quando poderíamos dar um salto extraordinário, vinculando estes recursos, como estava previsto, para a educação, para a saúde”.

Sobre o Acordo da Base de Alcântara (MA), assinado entre o Brasil e os Estados Unidos, e aprovado esta semana na Comissão de Relações Exteriores da Câmara, Patrus disse que esse acordo “ fere profundamente a soberania nacional”.

“Tem setores no Brasil que, infelizmente, querem que o Brasil se torne uma boa colônia dos Estados Unidos. Nós estamos entregando Alcântara, que é um território brasileiro, dos melhores do mundo. O Brasil não vai investir em pesquisas, somente os Estados Unidos estarão investindo. E a questão de Alcântara está ampliando, com suspeitas crescentes da entrega da nossa Amazônia”, alertou Patrus.

Sobre os incêndios na Amazônia, que preocupam o país e o mundo, Patrus disse que a Amazônia está ameaçada e criticou as declarações de Jair Bolsonaro, que responsabilizou as ONGs pelos incêndios.

“Infelizmente, o Brasil tem hoje um presidente que é um provocador. Como ONGs vão por fogo na Amazônia? Nós sabemos muito bem quais são os interesses, a quem interessa por fogo na Amazônia. O que vem depois do fogo? São as pastagens, a expansão da criação de gado. Então, sabemos perfeitamente quem está por trás disso”, sinalizou Patrus.

O deputado descreveu a estratégia de comunicação política de Jair Bolsonaro: “Ele lança essas teses, uma atrás da outra, para que nós fiquemos falando sobre elas, e esqueçamos a nossa responsabilidade de construirmos a pátria que nós queremos e merecemos”.

E concluiu: “Ele cumpre esse papel de ficar provocando enquanto, silenciosamente, os interesses econômicos, imperialistas, de nações poderosas, como os Estados Unidos, vão agindo e se apropriando do Brasil. Vão entregando as riquezas do nosso país, falando da pátria e do Brasil, mas continuam prestando continência à bandeira dos Estados Unidos, como se o senhor Trump fosse de fato o presidente do Brasil. E é o grande mentor do atual presidente do país”.

Publicado em https://www.viomundo.com.br/politica/patrus-anuncia-frente-pela-soberania-para-debater-que-pais-queremos-para-futuras-geracoes.html

Gleisi é o PT que o poder econômico não quer ver

por Patrus Ananias

Uma das características que distinguem o PT dos demais partidos é o forte vínculo com suas bases sociais. É algo que remonta às origens no chão das fábricas, nas comunidades eclesiais de base, nos movimentos de trabalhadores rurais, aos quais se somaram militantes de diversas filiações políticas e filosóficas, em torno dos ideais de transformação e justiça social num país marcado pela iniquidade.

Esse vínculo atravessou quatro décadas de aprendizado, resistência, crescimento na luta; e veio a materializar-se nas políticas públicas transformadoras do governo Lula e de sua sucessora, Dilma Rousseff. Sobreviveu ao processo de adaptação do partido às responsabilidades institucionais e de governo e até mesmo à compreensível – e nem por isso justificável – acomodação a procedimentos da política tradicional.

Na oposição e no governo o PT buscou atuar com um pé nas instituições e outro nas ruas. Mesmo que esse balanceamento estratégico fundador tenha se desequilibrado em muitas circunstâncias, ele está vivíssimo no atual processo de escolha da direção do partido pelo 7o. Congresso Nacional do PT. O processo já iniciado nos diretórios municipais e regionais culminará em novembro, com a eleição da executiva nacional. Não há eleição partidária interna dessas dimensões.

A corrente mais ampla do PT, da qual participo, concluiu esta semana a indicação da companheira Gleisi Hoffmann para um novo mandato, de quatro anos, na presidência do partido. Outras correntes podem apoiá-la ou apresentar concorrentes, como é mais comum em nossa tradição democrática, mas defenderei a reeleição da companheira convicto de que ela traduz a conexão do PT com nossa base social e vai além. Por tudo que fez nesses dois anos, duríssimos para o partido e o país, Gleisi traz consigo o compromisso de avançar na luta pelo resgaste da democracia plena, da soberania nacional e dos direitos do povo, esbulhados pelo projeto neoliberal.

Eu que fui advogado do Sindicato dos Jornalistas de Minas Gerais, entristeço-me ao ler colunistas, uns até experientes, reduzirem processo tão rico à vontade individual do ex-presidente Lula, de forma a desmerecer a candidata e vestir falsamente de caudilho o líder que se afirmou, entre tantas razões, por saber ouvir e por manter, mesmo na prisão injusta, estreita sintonia com suas origens, com o povo sofrido que nunca abandonou.

Não bastasse o apoio de núcleos partidários vinculados aos trabalhadores, mulheres e jovens, entre outros, ter sua capacidade de direção reconhecida por Lula é motivo de orgulho para Gleisi, como sempre será para mim ter sido seu ministro do Desenvolvimento Social e Combate à Fome.

Entristece-me ainda mais que comentários distorcidos se apoiem sempre em fontes anônimas, presumidos cardeais que nunca aparecem na missa. Com sinceridade, percebo em certas notas o ranço do machismo e até misoginia dos autores, que parecem não se conforma em ver uma mulher inteligente, corajosa e leal às causas populares à frente do maior partido do Brasil.

Na realidade, o que os donos das fortunas não suportam é ver o PT bem vivo, presidido por uma mulher que manteve o partido unido e junto ao povo nos momentos mais difíceis, erguendo a bandeira de Lula Livre e tudo que ela representa para os mais pobres e os trabalhadores.

Publicado em https://jornalggn.com.br/artigos/gleisi-e-o-pt-que-o-poder-economico-nao-quer-ver-por-patrus-ananias/

Soberania é proteger as riquezas e o povo do nosso país

Da mesma forma que muitos usam em vão o nome de Deus, o Brasil hoje está repleto de pessoas que falam em pátria, mas não sabem o que é soberania.

Soberania é ser um país independente. É manter nacionais as riquezas do nosso país. Soberania é proteger nosso território e preservar nossos recursos naturais, do solo e do subsolo.

Para esses, e suas ideias equivocadas de nação, recomendo a leitura da nossa Constituição Federal, cujos fundamentos incluem a nossa soberania, além da cidadania e dos princípios para a construção de uma sociedade melhor e mais justa.

Programa Future-se tem vício de origem e deve ser arquivado

Durante audiência promovida pela Comissão de Educação da Câmara, na quinta (15), entidades e parlamentares criticaram o programa Future-se editado pelo governo Bolsonaro.

Todos sugeriram o arquivamento da proposta por vício de origem. Os segmentos reclamam da ausência de discussão sobre o tema e, na avaliação da maioria dos debatedores, a proposta abre caminho para a privatização do ensino superior do País.

Patrus Ananias, com os deputados Pedro Uczai (PT-SC), Alencar Santana Braga (PT-SP) e Natália Bonavides (PT-RN), subscreveram o requerimento que deu origem à atividade. O debate foi proposto pelos parlamentares Professora Rosa Neide (PT-MT), Margarida Salomão (PT-MG) e Waldenor Pereira (PT-BA).

Link para matéria original: https://ptnacamara.org.br/portal/2019/08/15/programa-future-se-tem-vicio-de-origem-e-deve-ser-arquivado-afirmam-entidades-e-parlamentares

Patrus: pela agricultura familiar e pela noção de valor social da terra

Com muito orgulho participei esta semana da instalação da Frente Parlamentar em Defesa da Agricultura Familiar e da Regularização Fundiária na Assembleia Legislativa de Mato Grosso. A terra é um elemento central, tanto na minha vida pessoal quanto na minha carreira política.

Lutamos, nos governos Lula e Dilma, para construir as programas e condições para fortalecer os pequenos agricultores. Agora, lutamos para defender essas iniciativas do atual desgoverno.

Bem assistida, a agricultura familiar não apenas se estabelece e garante a permanência das famílias na terra. Ela também trabalha em harmonia com o meio ambiente, preservando nascentes d´água, evitando o uso de agrotóxicos e trazendo alimentos limpos e saudáveis à mesa dos brasileiros. Por isso não podemos desanimar diante desse grande desafio: lutar por políticas públicas, pelo fomento da produção, pela mecanização da roça e pela noção de valor social da terra.